segunda-feira, 13 de julho de 2026

Na Web, ter Atenção ou Influência.

Um pouco mais de uma década, temos vivido no que muitos chamam de economia primordial da atenção,

Pessoal, sistematicamente o sucesso era medido pela quantidade de atenção que você conseguiu atrair ao longo de tempo, ou seja, o objetivo era a visibilidade, viralizar, vencer o algoritmo e assim, “ conhecendo resultados “.

Conseguir mais seguidores;

Conseguir mais curtidas;

Conseguir mais visualizações;

Então, surge a ideia que quanto mais forte o sinal, maior o sucesso aparente do conteúdo, será?

Digo sempre, mas atenção e influência não são a mesma coisa.

Sabem porquê?

Nessa trajetória, em muitos casos, ser um "influenciador" de relevância significava priorizar métricas de vaidade em detrimento de um impacto significativo de uma realidade, ou seja, o conteúdo era frequentemente criado para ter um bom desempenho nas plataformas de similaridade genérica, em vez de oferecer valor real ao público seguidor.

Sim, o foco era velocidade, escala e visibilidade contínua, e embora essa abordagem tenha gerado alcance, nem sempre construiu credibilidade com teor de responsabilidade.

No atual cenário, estamos testemunhando uma mudança importante, de uma forma cognitiva, sim, a economia da atenção está dando lugar a algo muito mais poderoso, que é:

A economia da confiança!

Nesse novo trajeto, na economia da confiança, o sucesso não é medido por quantas pessoas lhe notam brevemente o seu status, ao contrário, ele é medido por quantas pessoas acreditam em você, respeitam sua experiência e valorizam sua perspectiva pessoal e de negócios.

Todos sabemos que a confiança não surge da noite para o dia de uma maneira rápida, sim, ela é construída ao longo do tempo por meio de consistência, autenticidade e comunicação significativa que alcance os seus propósitos e seus leitores.

Essa nova característica é fundamental, e para os profissionais que estão construindo suas marcas pessoais, essa mudança é extremamente importante e significativa.

Esse é o novo lema, pois, a atenção pode te apresentar às pessoas, no entanto, a confiança é o que as mantém ouvindo e lendo suas apresentações.

É correto dizer que uma publicação viral pode trazer visibilidade, sim, porém é a consistência que constrói uma reputação longínqua.

Vamos entender que essa reputação é o que cria oportunidades a longo prazo e gerando uma eterna credibilidade.

Pessoal, em meu trabalho de consultoria e mentoria para líderes, empreendedores, fundadores e executivos, priorizo que os profissionais que se destacam não são necessariamente aqueles que buscam atenção sistematicamente, ao contrário, são aqueles que compartilham sua expertise, suas experiências e sua perspectiva de maneiras que ajudam os outros a aprender e crescer profissionalmente com destaque em seus projetos.

Descortino que, esses profissionais:

1 - Eles estão aparecendo com frequência.

2 - Eles estão se comunicando de forma clara e objetiva.

3 - Eles agregam valor a todas as conversas.

É nesses três itens que a marca pessoal se torna tão importante e crucial.

Vamos entender que sua marca pessoal não se trata de autopromoção e vaidade, ou seja, trata-se de estabelecer credibilidade original.

Sim, trata-se de deixar claro o que você sabe, o que você defende e como você pensa em toda a trajetória.

Vocês já notaram, que quando profissionais compartilham lições aprendidas com seu trabalho, oferecem insights valiosos sobre tendências do setor e seu segmento ou explicam como solucionaram um desafio até mesmo complexo, dessa forma, eles estão construindo algo muito mais poderoso do que apenas atenção primária.

Eles estão construindo confiança!

Nesse percurso, uma das formas mais eficazes de fazer isso notoriamente é através da narrativa formal, ou seja:

Os fatos relatados informam e sinalizam e as histórias se conectam o tempo todo em tempo real.

Há um detalhe importante, ao compartilhar experiências reais, e entender:

1 -  O que funcionou;

2 - O que não funcionou;

3 - O que você aprendeu;

São três pontos que sua expertise se torna mais acessível e memorável, pois, as pessoas não apenas veem seu conhecimento; elas entendem como você o aplica, e com isso aparecem os resultados esperados. É isso que constrói credibilidade formal, e assim a credibilidade é o que cria oportunidades reais para futuros negócios.

Quero dizer com tudo isso, que na economia da confiança, os resultados que importam vão muito além das métricas de engajamento várias vezes apresentadas por diversos canais.

Como assim Sergio?

Pessoal, a confiança estabelecida gera recomendações usuais, indicações correlatas e parcerias bastante satisfatórias, pois ela gera convites para palestras, colaborações, consultorias, mentorias, trabalhos.

Nesse aspecto, isso também leva à mobilidade na carreira profissional. Sabem porquê?

Simples, quando as pessoas confiam na sua experiência e compreendem a sua perspectiva, novas portas se abrem para contínuos projetos.

Digo sempre, os profissionais mais respeitados hoje em dia não são aqueles que simplesmente chamam a atenção, e sim, são aqueles que contribuem com valor de forma consistente e sólida.

Enfim, esses profissionais compartilham ideias que ajudam os outros a pensar de forma diferente e modular, eles se comunicam com clareza e autenticidade real, pois, com o tempo, tornam-se vozes confiáveis ​​em seus segmentos.

Tenham na massa do sangue, a atenção é algo subjetivo, pois ela pode fazer com que você seja notado, mas é a confiança absoluta que constrói uma reputação duradoura e sempre sólida.

Pense nisso.

Sergio Mansilha


segunda-feira, 29 de junho de 2026

O Cenário das MARCAS nas Novas Gerações.

É bastante crucial entender que a fidelidade à marca nos dias de hoje não pode mais ser presumida; ou seja, as marcas precisam ter um diferencial claro e objetivo criando uma dedicação ao desenvolvimento da mesma baseado em pesquisa para sobreviverem no mercado.

Então é fato, as empresas de bens de consumo precisam desenvolver marcas de destaque para se manterem relevantes para o consumidor.

No meu entendimento, para as empresas de bens de consumo, o desenvolvimento de marcas nas últimas décadas vigentes concentrou-se na construção das mesmas reconhecidas e confiáveis em sua formação, que se tornassem a primeira opção sólida dos consumidores. 

No entanto, nos dias atuais as marcas já não detêm o mesmo poder para essa definição. 

Sabem porquê?

Vejam, nos dias atuais o valor é mais importante para o dobro de consumidores do que a marca sugere.

Pessoal, o valor tornou-se o fator de compra mais importante e a fidelidade à marca está diminuindo consideravelmente em todos os níveis

Dessa forma, considero que o desafio para as empresas de bens de consumo é lidar com as questões relevantes e urgentes de valor e fidelização direcionada, pois, ao mesmo tempo que tomam medidas para garantir que suas marcas permaneçam relevantes, temos que considerar à resposta que os consumidores continuam a evoluir significativamente.

Em todos os aspectos, o desenvolvimento de marcas deve permanecer relevante para as mudanças nas prioridades dos consumidores em relação à saúde e à sustentabilidade de efeitos categóricos, pois, embora várias pesquisas que passei vistas, indicam que a sustentabilidade tenha se tornado menos prioritária nesse aspecto para os consumidores em todo o mundo, vários consumidores ainda priorizam produtos sustentáveis de preço mais elevado de uma certa forma, lógico, dependendo da categoria apresentada. Com essa nova característica, a mesma reforça a importância contínua da sustentabilidade como área de foco para as marcas, principalmente aqui no Brasil.

É bastante interessante entender que a geração Z está reformulando as expectativas em relação ao engajamento com as marcas em sua evolução, ou seja, as empresas de bens de consumo também precisam encontrar maneiras mais eficazes e sustentáveis de se conectar com os consumidores do futuro, que evolui com bastante rapidez.

Vou descortinar, três ações prioritárias e essenciais que as empresas focadas nos bens de consumo devem tomar a iniciativa rapidamente:

A – Faça um reconhecimento e analise suas marcas.

Procure identificar e desinvestir nas marcas de pior desempenho e que não apresentam canais de evolução. Isso é notório, porque as principais empresas de bens de consumo concentram seus esforços e investimentos em suas melhores marcas apresentadas, ou seja, garantindo que sejam altamente diferenciadas no mercado atual e demonstrem claramente valor agregado e sólido aos consumidores. A importância de auditar regularmente seu portfólio de marcas é evidente, testando rigorosamente a contribuição para a margem e removendo praticamente as marcas que não geram mais resultados em sua trajetória. Isso significa que apenas as melhores marcas conseguem competir com as próprias marcas ramificadas, as empresas de bens de consumo devem seguir o mesmo caminho perpetuado para o seu negócio, permitindo que invistam tempo e recursos em suas marcas mais importantes para unificação do mercado.

B – Construir e Investir significativamente em pesquisa e desenvolvimento.

Procure diferenciar as marcas restantes, mais fortes e significativas, e procure impulsionar a fidelização do consumidor existente. Considere e aprimore as marcas existentes com inovação e adicione rapidamente novas marcas sugeridas que conquistem os consumidores com uma ampla visão.

Pessoal, apesar do grande interesse real dos consumidores por produtos e serviços mais acessíveis e práticos, que geralmente priorizam o preço inicial em detrimento da marca, um produto ou serviço superior pode reconquistar 60% dos consumidores no Brasil, mesmo com um preço mais elevado inicialmente apresentado. 

Porém, ao focar nessa ideia no desenvolvimento da marca, as empresas de bens de consumo precisam garantir com frequência que estejam dando passos firmes na direção certa, e não apenas fazendo pequenos ajustes e reparos, ou os consumidores simplesmente não voltarão nunca mais.

Sobre esse tema e numa pesquisa que passei vistas, 38% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por materiais Top, ou seja, Premium e melhor desempenho do produto (34%), demonstrando a importância de as marcas priorizarem a pesquisa e o desenvolvimento em andamento. Por outro lado, para os setores de bens de consumo considerados mais inovadores, como, vestuário e calçados (52%), produtos para o lar (49%) e beleza (47%), a dedicação à pesquisa e desenvolvimento já é uma realidade usual. Essa expectativa é também para que outros setores também colham os mesmos frutos, pois, o investimento em inovação deve ser contínuo e sólido, a fim de manter a diferenciação competitiva e garantir a fidelidade do consumidor a longo prazo eternamente.

C – Se condicionar e direcionar o investimento em marketing para novos canais integrados.

Vamos alcançar a Geração Z onde ela compra e investe, em vez de persistir continuadamente em atividades de marketing tradicionais cada vez mais obsoletas e não eficazes.

Nessa pesquisa que já me pronunciei, o engajamento digital continua aumentando, isso é notório para a Geração Z, que cito. A realidade apresentada é que as plataformas de entrega são usadas por (75%) da Geração Z para se alimentar fora ou pedir alimentação para viagem, e os marketplaces online iniciais são usados pela maioria da Geração Z para compras unificadas de roupas (72%) e produtos de beleza (54%).

Esses resultados apresentados, indicam que as principais marcas estão direcionando seu marketing para os canais onde seus clientes passam mais tempo e são usuais, além de monitorar o retorno sobre o investimento em marketing, mesmo com orçamentos mais restritos com iniciativas direcionadas.

Vejam que os líderes com melhor desempenho estão internalizando profundamente o desenvolvimento de marketing usual e usando IA em todos os níveis para aprimorar a qualidade do conteúdo gerado e acelerar a entrega com bastante rapidez. Assim, a IA está influenciando o real comportamento do consumidor, com 38% dos clientes utilizando recomendações de IA ao tomar decisões diversas de compra, mais da metade (63%) dessas recomendações de IA se concentram na exigência em marcas de grande porte e sólidas. No meu entendimento isso demonstra a importância da visibilidade real e da força da marca tradicional para as empresas de bens de consumo no âmbito geral. 

Minha dica, as marcas precisam ser otimizadas para a descoberta por IA, pois, caso contrário, correm o risco de se tornarem irrelevantes, pois não serão encontradas pelos consumidores no mercado.

Enfim, os consumidores atuais estão cautelosamente otimistas em relação ao seu futuro financeiro, mas as pressões iniciais de curto prazo continuam a influenciar o comportamento para suas iniciativas. Com essa projeção e com orçamentos limitados, as decisões de compra tornam-se cada vez mais ponderadas e sensatas, à medida que a sensibilidade do consumidor ao preço remodela o varejo e a fidelidade real à marca. 

Dessa maneira, os varejistas precisam refinar suas linhas de produtos rapidamente e aprimorar as experiências dos clientes usuais por meio das tecnologias existentes, enquanto isso as empresas de bens de consumo precisam se concentrar novamente, como sempre digo, na inovação e em estratégias digitais direcionadas ao seu público alvo. 

Então, aqueles que se adaptarem rapidamente com vistas a essas prioridades em constante evolução pragmática e aproveitarem a IA usual para gerar valor estarão com certeza em melhor posição para prosperar nesta era de consumo consciente e real.

Pense nisso.

Sergio Mansilha

segunda-feira, 15 de junho de 2026

O Novo Modelo de Marketing altera a Direção do Fluxo de Dados.

Já faz alguns belos anos que a publicidade digital operou com base forte num pressuposto bastante simples, descrito da seguinte maneira, vejam.

Nesse protocolo, se os profissionais de marketing pudessem rastrear indivíduos na internet, eles poderiam mensurar e otimizar praticamente tudo em todos os níveis apresentados.

Esse panorama é bastante explícito, pois os cookies e identificadores móveis criaram uma infraestrutura extensa e programada que permitiu às marcas rastrear os consumidores em sites e aplicativos diversos, vinculando a exposição a anúncios ao comportamento com uma precisão notável no encaixe de todos os processos vistos.

No entanto, esse sistema está desaparecendo rapidamente, com regulamentações de privacidade, restrições unidas de plataformas e as crescentes expectativas apreciadas dos consumidores em relação à proteção de dados estão desmantelando e quebrando a estrutura de identidade funcional que sustentou a publicidade digital por décadas seguidamente de grande euforia.

Pessoal, cookies de terceiros estão sendo gradualmente eliminados em todos os protocolos, pois novos sistemas de protocolos operacionais móveis limitam com precisão absoluta as permissões apresentadas de rastreamento utilizados sistematicamente, ou seja, órgãos reguladores existentes em todo o mundo estão endurecendo e aplicando as regras que regem os dados pessoais, que genuínos e confidenciais definitivamente.

Digo sempre, que para os profissionais de marketing, essa mudança representa uma das transformações estruturais mais profundas que o setor já enfrentou em toda a sua trajetória para os negócios.

Já na sua aplicação atualmente, em meio a esse rompimento, um novo modelo de mensuração está surgindo, ou seja, um modelo baseado menos no rastreamento de indivíduos e mais na colaboração entre organizações aprimoradas com conceitos diversificados de mercado.

É fato, que hoje a colaboração de dados está se tornando a nova moeda aplicada do marketing moderno e futurista.

Sabem por quê?

Simples entender, em vez de coletar e centralizar grandes quantidades de dados de usuários existentes, as empresas estão cada vez mais recorrendo a ambientes inseridos e seguros onde várias partes podem analisar com firmeza as informações em conjunto amplo sem expor dados pessoais e sensíveis dentro desse programa, assim, esses ambientes usuais, frequentemente chamados de ambientes limpos de dados, permitem que marcas expressas, varejistas diversos e editoras infinitas comparem conjuntos de dados de forma segura e apropriada em termos de privacidade com bastante solidez.

Nessa plataforma, o modelo altera a direção do fluxo de dados continuadamente, pois no ecossistema publicitário tradicional, os dados eram extraídos de toda a internet e consolidados em plataformas de publicidade de uma forma geral. O que é apresentado na era da privacidade em primeiro lugar e sempre, as organizações trazem insights reativos para ambientes controlados e uniformes, onde a análise pode ocorrer sem comprometer informações sensíveis identificadas de uma forma prioritária.

E sem dúvidas, essa abordagem apresentada já está transformando coerentemente a forma como o desempenho de marketing é medido em todo o seu comportamento protocolar.

Vocês já repararam que as redes de mídia de varejo fornecem um dos exemplos mais claros nessa identificação.

Vejam só, os varejistas possuem alguns dos dados primários mais valiosos disponíveis no mercado, ou seja, o comportamento real e preciso de compra identificada nesse processo

Dessa forma, as marcas querem entender como a publicidade influencia essas compras que estão no ar, mas as regulamentações de privacidade existentes muitas vezes impedem formalmente que os dados brutos adquiridos do consumidor sejam compartilhados diretamente e continuadamente.

Todos os ambientes dessa configuração permitem que ambas as partes envolvidas colaborem com segurança já existente, ou seja, as marcas podem avaliar como as campanhas em andamento afetam as vendas de uma forma geral, enquanto os varejistas mantêm um controle rigoroso e firme sobre as informações dos clientes que são o eixo de toda essa formatação.

Isso, implica em dizer, que o resultado é uma medição que é ao mesmo tempo compatível e ideal com a privacidade e comercialmente significativa em sua trajetória de compromisso formal com o mercado.

Nesse contexto, as implicações vão muito além da mídia de varejo e sua realidade, notem que as editoras estão criando estruturas de colaboração semelhantes que permitem aos anunciantes unificados analisar pragmaticamente o desempenho de campanhas enviadas em ambientes de mídia super premium, sem depender evidentemente de rastreamento invasivo entre sites genericamente usuais, cabe entender que em vez de rastrear indivíduos na internet aberta e diversificada, a mensuração depende cada vez mais de sinais permitidos e agregados, bem como, conjuntos de dados compartilhados em todo esse ensaio.

Nesse entendimento, esse protocolo representa uma mudança fundamental na forma como o setor encara os dados diversificados numa cadeia cronológica.

Em toda a minha experiência, durante anos, a vantagem competitiva foi definida em termos de propriedade de dados para atingir metas e objetivos, ou seja, as empresas que coletavam mais informações detinham o maior poder absoluto no mercado.

O que acontece no ecossistema emergente, o valor provém e é ditado de algo bastante diferente que é a:

A usual, capacidade das aplicações e dos sistemas de trocar dados de maneira segura e automática, no qual, esse protocolo é chamado de interoperabilidade, aplicada de uma forma bastante responsável, gerando insights compartilhados e colaborando com parceiros, no qual, definirá o sucesso do marketing na era da privacidade atualizada.

Todos estamos presenciando que a tecnologia está ajudando a tornar isso possível e sólido, pois, os avanços na computação com preservação de privacidade existente, gera uma unidade de crescimento como a privacidade diferencial, ao mesmo tempo, a computação multipartidária segura permitem que os analistas extraiam informações gerais relevantes e únicas de conjuntos de dados criptografados ou anonimizados, num cenário de confidencialidade bastante eficaz.

Diante desse cenário, a matemática aplicada por trás dessas técnicas é complexa e exigente, mas o objetivo sumário é simples, ou seja, possibilitar a análise sem expor as identidades individuais de dados que são bastante significativos.

Gostaria de esclarecer que para os profissionais de marketing, esse novo cenário exige uma mudança de mentalidade pessoal e profissional.

Dessa maneira, quero ressaltar que os dados não podem mais ser tratados simplesmente como uma mercadoria a ser coletada e controlada unicamente num processo único, pois nesse cenário, tornam-se parte de um ecossistema mais amplo no qual a colaboração desbloqueia valor para obter uma realidade de bons negócios.

É uma via de mão dupla, pois, as parcerias entre marcas, varejistas, plataformas e editores tornam-se conexos e essenciais para a compreensão do desempenho e sua evolução para os negócios, assim, as estratégias de mensuração dependem cada vez mais de relações de confiança tanto quanto da infraestrutura técnica inicialmente inserida em qualquer protocolo.

Nesse entendimento, as organizações estão se adaptando a essa realidade atual, pois os Times de dados estão trabalhando mais em conjunto com especialistas notórios em privacidade e direito de termos de uso, no mercado atual, as parcerias com a mídia agora incluem estruturas de mensuração, além de contratos de criação e distribuição para segurança de todos, bem como, as estruturas de governança estão evoluindo rapidamente para garantir a conformidade exigida com ambientes regulatórios unificados cada vez mais complexos e dinâmicos.

Por outro lado, para os consumidores em geral, essa transição definida pode, em última análise, criar um equilíbrio mais saudável entre relevância e privacidade com um alívio no vazamento de dados pessoais e absolutos.

Enfim, o marketing continuará sendo orientado por dados como digo sempre, mas os insights diversificados virão de padrões agregados e sólidos e colaboração confiável absoluta, em vez de rastreamento onipresente e não usual.

Nesse entendimento, para as marcas, o desafio é aprender a operar com eficácia nesse novo ambiente moderno e inovador, porque, na era em que a privacidade é prioridade, o ativo de marketing mais valioso pode não ser os dados em si unificados, e sim, podem ser os relacionamentos que dão significado a esses dados descobertos com bastante precisão.

Pense nisso.

Sergio Mansilha

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Trabalhar a Memória de Decisão e Retenção de Clientes.

Já escrevi alguns artigos sobre esse tema, e sempre digo que painéis de controle não reduzem a rotatividade de clientes, pois, decisões coordenadas, registradas e protegidas, sim isso é que é relevante.

Pessoal, a maioria dos programas de retenção falam sobre escuta ativa direta, notem muitos Times já escutam bem, mas a rotatividade continua aumentando porque a organização não retém o necessário, o que aprende de uma forma que influencie suas decisões programáticas.

Guardem na mente, o problema não é o volume do sinal, mas sim a memória das decisões sobressalentes.

É muito óbvio que a memória de decisão é sempre a capacidade de reter o que foi aprendido e consolidado, o que foi decidido e por que foi decidido naquele momento, assim, quando essa memória é fraca e desorganizada, a organização repete debates aglutinados, reabre negociações e renomeia a mesma questão que aparece como uma nova prioridade a ser alcançada.

Digo sempre, que esses clientes percebem isso como inconsistência apreciada, e a inconsistência se torna um fator de perda de clientes em toda essa trajetória.

Não existe uma lacuna aberta se o motor de retenção é o sistema de decisão, digo isso, pois a retenção é frequentemente descrita como uma ação de sucesso do cliente ou uma ação de suporte bastante evolutiva, ou seja, na prática, a retenção é uma ação de liderança sólida, pois depende de decisões coordenadas entre as diversas funções apreciadas.

Dessa forma, todas as decisões coordenadas exigem uma arquitetura de decisão estável que mantenha a intenção intacta sob pressão a qualquer momento.

O que mais acontece é que, uma arquitetura de decisão estável não se resume a uma frequência de reuniões sugeridas, pois, ela trata-se de um conjunto de acordos compartilhados que definem o que conta como evidência clara, a quem cabe cada decisão e como as compensações são registradas e acondicionadas. Na prática, quando esses acordos estão ausentes, a resposta se traduz em atividade generalizada em vez de progresso relevante.

É comum analisar, como a memória de decisão falha, em tod0s os aspectos a memória decisória falha de maneiras previsíveis e diretas, todos os Times confundem exposição com alinhamento, o que é um erro, pois em suas análises eles vão acreditando que compartilhar um painel de controle equivale a um entendimento comum e normal. Também vale ressaltar, que além disso, confundem concordância momentânea com comprometimento a longo prazo indefinido, fazendo com que as prioridades se mantenham apenas até a próxima escalada do problema que vai sempre aparecer.

Muita atenção, pois é aqui que a rotatividade começa silenciosamente sem uma percepção inicial, pois os clientes veem o mesmo atrito ressurgir porque o sistema esquece a decisão anterior e implementa correções parciais que se tornam obsoletas e insolventes. Ao Times internos sentem o custo como retrabalho e desgaste constante, e os líderes o percebem como urgência sem clareza, e tudo fica claro e evidente.

Quero destacar com minha experiência, que o motor de retenção como um sistema de decisão apresentado, mostra como a memória de decisão falha, ou seja, o painel de controle não significa alinhamento correlacional, concordância não significa comprometimento adquirido, atividade não significa movimento sustentável.

Gostaria de descrever três pontos de interesse focado e bastante relevante:

1 -  Toda história versus sinal.

2 – Todos os problemas de responsabilidade.

3 – Todas prioridades variáveis.

Quero ressaltar que a rotatividade de clientes geralmente não surge da falta de dados inseridos, mas sim da fragilidade da memória decisória que floresce nesse momento.

Então Sergio, o que fazer:

Simples, vamos fortalecer a arquitetura decisória, esclarecendo responsabilidades para cada momento, como também, protegendo prioridades e definindo uma superfície de decisão clara e sólida, dessa forma, transforma a retenção em um sistema de liderança consistente, em vez de um exercício reativo de geração de relatórios inapropriados.

Sempre digo, que o sinal se transforma em narrativa inicial, pois um tema é apresentado, alguém questiona a amostra e o Time debate a validade do sinal em vez de escolher uma ação apropriada. Isso traz um tremendo desconforto, pois, gasta-se energia defendendo a realidade em vez de se comprometer com a mudança apropriada, adiando as correções que os clientes já estão sentindo há muito tempo.

Em todos esses aspectos, a responsabilidade reside nas funções, não nas decisões geradas, pois, o produto ou o suporte ao cliente detêm o assunto, mas ninguém detém a responsabilidade pela decisão específica que resolve o impacto no cliente em sua trajetória. Todas as decisões não assumidas ressurgem mensalmente, criando atritos visíveis que os clientes interpretam como inconsistência, ou seja, uma bagunça geral.

Toda a priorização apresentada, se transforma em classificação, não em governança inicial, pois, os sistemas de pontuação geram listas que mudam sob pressão rapidamente, sem um princípio estável que oriente as decisões aplicadas. Dessa forma, a mudança de prioridades prejudica a previsibilidade inicial, e a imprevisibilidade prejudica a confiança do cliente em todos os sentidos.

Quero ressaltar, que a plataforma se torna uma superfície de publicação genérica, pois, todos os Times revisam os gráficos, mas saem com interpretações diferentes e sem compromissos registrados e identificados. Com essa participação e sem uma verdade compartilhada e compensações documentadas, os mesmos debates se repetem e as condições de instabilidade persistem aleatoriamente.

Então Sergio, por que as percepções dos clientes nunca se transformam em ação inicial?

Vejam só, as lacunas entre a compreensão e a ação é solucionável, digo, uma vez que se entenda como o conhecimento disperso pode causar estragos na execução programada.

É notório, a rotatividade diminui quando as decisões se tornam consistentes e a organização consegue reter o que aprendeu nessa trajetória, notem, que o motor de retenção constrói essa memória traduzindo sinais de experiência em informações confiáveis e sólidas ​​para os líderes comprometidos.

Guardem na massa do sangue, que a Arquitetura de decisão mantém essa memória intacta mesmo quando o ambiente de negócios se torna instável e desequilibrado.

Enfim, esse ano é uma nova oportunidade para projetar a retenção como qualidade da decisão, pois, quando a memória da decisão se fortalece, o alinhamento se mantém por mais tempo e o cliente experimenta coerência absoluta.

Digo sempre, a coerência é o que faz com que permanecer pareça mais seguro do que ir embora definitivamente, ou seja, organizações que dominam essa abordagem geralmente observam melhorias no valor do ciclo de vida apresentado do cliente, à medida que a retenção se torna um resultado previsível e justo, em vez de um esforço reativo inicial.

Pense nisso.

Sergio Mansilha​ 

segunda-feira, 25 de maio de 2026

A Inovação nas empresas de Segurança e Facilities.

É notório que durante décadas seguidas, as empresas de segurança patrimonial confiaram na força humana, ou seja, na presença física e na intuição como a base da proteção na linha de frente para interpelar sinistros. No entanto, a inteligência artificial (IA) está subvertendo essas normas antiquadas e forçando os líderes a confrontar uma questão crucial e bastante significativa.

Então pergunto:

Você considera que a inteligência artificial representa uma ameaça ao trabalho tradicional de segurança ou ela é a inovação que o setor estava esperando nesse momento?

Pessoal, apesar dos grandes receios e especulações, a verdade está se tornando impossível de ignorar.

De que forma Sergio?

Vejam, a IA não está substituindo os vigilantes, ela está expondo vulnerabilidades existentes, preenchendo lacunas vulneráveis e ampliando a eficácia dos Times que adotam esse procedimento.

No meu parecer as empresas de segurança que adotam ferramentas baseadas em IA estão superando rapidamente aquelas que se apegam a processos manuais antigos e obsoletos. Assim, à medida que os incidentes apresentados se tornam mais complexos e as expectativas aumentam demasiadamente, a lacuna entre Times habilitados por IA e operações tradicionais está se ampliando rapidamente, e isso é um trabalho de inovação.

A frase atual para esse evento é que a atenção humana é limitada, já a atenção da IA ​​não.

É um cenário bastante evidente, pois a IA está vencendo a guerra contra eventos de vigilância perdidos e desfocados, vou dar um exemplo.

Vocês já devem estar cientes, que as câmeras de segurança modernas geram fluxos intermináveis ​​de imagens, muito mais do que qualquer ser humano consegue monitorar com precisão absoluta propondo uma eficácia de 100%, pois ela se enquadra na análise de vídeo com inteligência artificial, porém, consegue assistir a cada vídeo, a cada segundo, sem fadiga ou viés ininterruptos.

Digo sempre, que a análise preditiva está mudando a forma como as empresas de segurança planejam, simples esse entendimento, pois a IA não apenas reage, ela prevê.

Sim, os vigilantes ainda são essenciais, mas a IA está lhes dando suporte que nunca se cansa e nunca pisca em nenhum momento.

Então, pergunto:

Se essa divisão está aumentando, de que lado sua empresa de segurança estará?

Pessoal, a mudança já está em curso e indo em frente, está bastante evidente que as empresas de segurança que adotam IA estão obtendo resultados, como esses que vou enumerar:

1 – Elas terão responsabilidade mais clara;

2 – Apresentarão relatórios mais robustos;

3 – Um padrão de tempos de resposta mais rápidos;

4 – Com certeza, menos erros;

5 – O que todos queremos, a maior satisfação do cliente;

Enfim, as empresas que resistem à IA estão entregando sempre mais do mesmo, e dessa maneira, os CLIENTES estão começando a perceber e os CONCORRENTES também.

Como digo sempre, quando a IA se tornar o padrão, e isso vai acontecer, restarão apenas dois tipos de empresas de segurança no mercado:

1 - Aquelas empresas que fizeram o upgrade cedo e rapidamente.

2 - Aquelas que estão com dificuldades para acompanhar o mercado.

Já no segmento de facilities, a tecnologia está transformando a gestão de instalações, num processo mais lento aqui no Brasil, a automação e a limpeza orientada por dados estão ganhando cada vez mais espaço no mercado. Com a introdução de robôs limpadores de piso a sensores inteligentes que monitoram a ocupação e os níveis de suprimentos nos banheiros e áreas ao redor, a tecnologia está tornando a limpeza mais proativa e eficiente de todos os tempos.

Todos estamos cientes que o segmento de limpeza continua a enfrentar escassez de pessoal e aumento dos custos trabalhistas de maneira rotineira. De uma forma muito pequena no mercado, e também em resposta rotina, poucas empresas de facilities no Brasil, estão focando em melhor treinamento, programas de retenção e planejamento de horários criativo em suas escalas, dessa forma, garantindo consistência e confiabilidade sem comprometer a qualidade de todos os serviços conduzidos.

No meu parecer, as empresas devem explorar como a tecnologia pode otimizar suas operações estrategicamente, tendo em vista que mesmo atualizações simples, como o rastreamento digital de serviços e relatórios de inspeção constantes, podem melhorar a responsabilidade e a transparência em toda a sua instalação e protocolo de serviços.

E o que é mais importante no mundo atual, a sustentabilidade deixa de ser tendência e se torna padrão único.

A tendência é que cada vez mais empresas contratantes exijam práticas de limpeza ecológicas e não apenas por apelo de marketing de aproveitamento de negócio. Vejam bem, produtos e serviços com certificação verde, programas de redução de resíduos e equipamentos com eficiência energética eficaz contribuem tanto para os objetivos ambientais quanto para a economia de custos a longo prazo e bastante definida nesse processo.

Enfim, semana passada vi num vídeo os robôs de quinta geração, desenvolvidos em parte com base no feedback de diversos fabricantes. O que pude notar é que eles oferecem coleta de detritos mais eficiente, menos intervenção manual e desempenho mais confiável e duradouro.

Pessoal, à medida que a pressão sobre a mão de obra persiste o tempo todo, a robótica funciona como um verdadeiro multiplicador de força espetacular, permitindo que os Times de linha de frente se concentrem em trabalhos detalhados e tarefas de maior prioridade e confiabilidade.

E o que é também bastante explícito, com a expansão das implantações, os líderes também estão priorizando plataformas com padrões consolidados de segurança e governança de dados para o seguimento de seus negócios.

Pense nisso.

Sergio Mansilha  

segunda-feira, 18 de maio de 2026

O Cuidado Social é o que Falta na Experiência Moderna do Cliente.

Estamos repaginando nos dias atuais, que os líderes de experiência do cliente são obcecados e devidamente atuantes por mapas de jornada, NPS, SLAs de call center e roteiros de transformação digital que entrelaça todos os projetos seguidamente, no entanto, a maioria das estratégias de CX ainda tem um ponto cego:

São as redes sociais!

Pessoal, as redes sociais são um canal de serviço a ser executado, não uma estratégia de marketing secundária que se torna obsoleta, pois, dúvidas de compra, reclamações e solicitações de escalonamento agora se originam publicamente em plataformas sociais, mas a maioria das organizações ainda não consegue gerenciá-las com SLAs e responsabilidades definidas, que nem sempre relatam um indicativo lógico e centralizado de protocolos estabelecidos.

Digo sempre, que não se trata de marketing em mídias sociais propriamente dito, mas sim de mídias sociais expandidas como um canal de atendimento ao cliente em tempo real solidificando uma proposta de valor.

De acordo com algumas pesquisas que fiz, o Índice CX de várias empresas executados em 2025, a qualidade da experiência do cliente nos caiu pelo quinto ano consecutivo, atingindo seu ponto mais baixo em quase 9 anos, pois, apesar dos investimentos maciços em transformação digital, a lacuna de experiência está aumentando, em vez de diminuir, o que torna esse valor bastante preocupante.

Essa pesquisa reforça esse motivo, ou seja, uma porcentagem crescente de consultas de clientes agora se origina em plataformas sociais primárias, mas apenas uma pequena parcela das organizações inseridas mede o tempo de resposta nas redes sociais juntamente com os SLAs de call center ou chat, e outros pequenos insights.

Com essa inoperância, essa desconexão deixou de ser inofensiva e tornou-se um risco operacional imediato.

É fato, que as redes sociais não são um canal de publicação, pois são um canal de serviço, ou seja, muitas organizações ainda tratam as redes sociais como um mecanismo de distribuição de conteúdo programático, dessa forma, publicações são feitas, campanhas são executadas e o engajamento é mensurado para medição posteriormente. 

Sergio, mas o que acontece depois que alguém comenta:

1 – Existe um produto no meu tamanho?

2 – Alias, por que meu pedido ainda não foi enviado?

3 – Essa forma é compatível com…?

4 – Nossa, estou esperando há 1 hora.

Notem, que essas não são métricas de engajamento, ou seja, são momentos de serviços contínuos, e reparem que quando esses momentos ficam sem resposta, os clientes não interpretam o silêncio como um problema de fluxo de trabalho realizado.

Sim, eles interpretam isso como indiferença muito grande, e pensam:

Acredito que essa marca obviamente não se importa comigo!

O que se apresenta é a lacuna de serviço que ninguém está medindo e mensurando. Nessa pesquisa que passei vistas sobre assistência social, as organizações relataram:

1 – Todos os tempos de resposta nas redes sociais que ficam significativamente atrás dos canais tradicionais e equivalentes.

2 – Muita falta de clareza na divisão de responsabilidades entre marketing, suporte e experiência do cliente que estão envolvidos.

3 – É visto que não há marcação ou rotulagem formal de conversas em redes sociais relacionadas à receita previamente.

Então o que é esse entendimento Sergio?

Vejam, as redes sociais são frequentemente o único canal de comunicação com o cliente sem uma responsabilidade operacional definida em toda a sua abrangência. 

Tudo nessa questão é meio indefinido, pois, imagine gerenciar uma central de atendimento sem SLAs, pois, é assim que muitas marcas estão gerenciando suas redes sociais em várias plataformas.

Outra desconexão, é o custo oculto do ponto cego na experiência do cliente nas redes sociais, digo, quando o social não é operacionalizado como serviço, dessa maneira:

1 – Vejam, os sinais de compra expiram.

2 – É fato, a frustração aumenta publicamente.

3 – Nesse imbróglio, os concorrentes entram em cena.

4 – Toda a confiança do cliente na marca se deteriora em tempo real.

Vamos entender que diferentemente de e-mails ou tickets de suporte exatos, as interações sociais acontecem em público genericamente, dessa forma, cada comentário não respondido é uma prova visível da sua postura em relação ao atendimento na sua percepção negativa.

Assim, o tempo de resposta é uma métrica e um sinal de confiança.

No meu parecer, o cuidado social é a camada que faltava na experiência moderna do cliente, pois, a experiência do cliente não se revela em pesquisas sem métricas.

 Dessa maneira, ela se revela em 3 formas:

1 – Todas as seções de comentários.

2 – Sempre quando alguém faz uma pergunta sobre uma compra e não recebe resposta imediata.

3 – Sempre quando a frustração é visível e não é abordada especificamente.

Enfim, as marcas que se destacarem em 2026 não serão aquelas que publicarem mais conteúdo, e sim, serão aquelas que operacionalizarem as redes sociais como uma camada de serviço transparente e sólido

Afinal, o social é público sempre, permanente e imediato dentro do seu valor, se não for operacionalizado como serviço relacional, torna-se visível a indiferença pré-estabelecida.

Pense nisso.

Sergio Mansilha 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Mensurando o Marketing com a IA.

Esse lema há décadas está associado na minha massa do sangue com profissional, ele se define que o marketing é indiscutivelmente um dos maiores e mais analisados ​​investimentos em qualquer empresa.

No entanto, por muito tempo, os profissionais de marketing tiveram que se basear em indicadores defasados e não sólidos, painéis de controle moderados e modelos de atribuição inertes que lhes dizem o que aconteceu, mas não porquê disso, pois, os orçamentos são defendidos com base em suposições genéricas, correlações e intuição, deixando os profissionais de marketing perplexos e atônitos, e os líderes empresariais se perguntando:

Será que nossos investimentos em marketing estão realmente impulsionando o crescimento?

Pessoal, as abordagens tradicionais de mensuração de marketing, incluindo os projetos clássicos existentes de modelagem de mix de marketing, sim o MMM, são lentas, caras demais e estáticas. Nesse plano, normalmente, os profissionais de marketing encomendam estudos, esperam meses pelos resultados esperados e, em seguida, enfrentam outro ciclo semestral de tentativas e erros congênitos, pois, quando os insights finalmente chegam, as campanhas já terminaram, os orçamentos foram gastos e as oportunidades de mudança de rumo já passaram a muito tempo.

Pessoal, enquanto isso, a pressão relativa sobre os CMOs e líderes fluentes de marketing só aumenta em grande escala. É visto que as empresas estão investindo mais em tecnologia de marketing do que nunca com tanta rapidez, mas os conselhos, os CFOs e investidores querem provas concretas do retorno sobre o investimento aplicado.

Assim, a situação é crítica, no meu parecer o marketing precisa demonstrar impacto de forma em tempo real, baseada em evidências sólidas e que permita ações concretas e correlatas.

No atual cenário, a IA transforma a medição de retrospectiva para tempo real com muita rapidez, pois é aqui que a IA pode mudar fundamentalmente o jogo proposto inicialmente. Vamos procurar entender que ao combinar modelagem causal com análise contínua de dados inseridos e correlatos, a IA está transformando a mensuração real proposta, antes vista apenas como retrospectiva, em um mecanismo de tomada de decisões necessárias para sua continuidade e longevidade. Digo sempre, que a IA pode revelar insights enquanto as campanhas estão em andamento em seus canais, prever os resultados de alterações orçamentárias e até mesmo orientar as equipes sobre onde realocar os gastos para obter o máximo crescimento incremental.

Em algumas empresas, é adotado esse princípio com uma nova solução, o MMM, ou seja, um serviço de mensuração de marketing com inteligência artificial em todo o conjunto, desenvolvido para ajudar as organizações a identificar quais investimentos realmente impulsionam o crescimento e quais não estão preparadas para isso. Esse MMM integra a mensuração causal, a modelagem de cenários e as recomendações guiadas por IA diretamente ao fluxo de tomada de decisões de negócios, o que é muito importante.

Vale ressaltar que os pioneiros dessa técnica já estão percebendo o valor agregado, pois, ao identificar gastos com baixo desempenho e destacar oportunidades de realocação imediata, os profissionais de marketing estão obtendo um ROI mais alto e sólido, alinhando-se aos objetivos de negócios mais amplos em todos os processos, ou seja, na prática, isso significa que as decisões sobre campanhas, canais e orçamentos podem ser tomadas com confiança, em vez de forma reativa condicionalmente.

Nessa plataforma, o melhor entendimento está mudando a mentalidade do marketing, ela elabora essa mudança que abrange não apenas a tecnologia, mas também implica uma mudança de mentalidade completamente diferente no mercado, assim, num futuro próximo, o marketing se transformará em um motor de crescimento mais estratégico e orientado por dados significativamente.

Digo sempre, A IA não está substituindo o julgamento existente; ela o auxilia com fatos e a capacidade de prever o que está por vir e acontecer.

Essa transformação para o setor, isso representa um momento decisivo e esperado, pois, à medida que as organizações de marketing utilizam cada vez mais a tecnologia de IA para mensurar resultados práticos, a diferença entre investimento e retorno sobre o investimento, ou seja, o ROI torna-se evidente, e a resposta para a pergunta:

Será que funcionou?

Todas as organizações que utilizam essa tecnologia têm a capacidade de otimizar seu marketing em tempo real o tempo todo se o quiser, eliminar desperdícios e comprovar o ROI do marketing para a alta administração para o crescimento dos negócios.

Enfim, o futuro da mensuração de marketing é dinâmico e diversificado, pulsante o tempo todo e adaptável para o seu uso, pois, por meio de avanços pioneiros em modelagem, IA e análises em tempo real, tecnologias como MMM estão ajudando os profissionais de marketing a se libertarem da mentalidade existente de dashboards e atribuição não relacional, e a adotarem insights baseados em evidências e orientados à ação apresentada e projetada para o futuro.

Dessa forma, o resultado final para empresas com visão de futuro é óbvio, da seguinte maneira:

1 - Um melhor aproveitamento dos investimentos.

2 - Um maior ROI e uma organização de marketing que, finalmente, merece total confiança da empresa.

No mundo atual, o marketing sempre teve a ver com criatividade expressiva, conexão e impacto, então, graças à IA, também tem a ver com precisão.

Pense nisso.

Sergio Mansilha


segunda-feira, 20 de abril de 2026

As Marcas e seus Programas de Conteúdo Ativos.

Como todo o ano as marcas tratam o Super Bowl como o Cristo Redentor do marketing, notem que é um único momento que promete alcance e repercussão enormes e especiais. 

Pessoal, mas no mundo atual, onde o conteúdo é predominantemente instantâneo e rápido, o alcance sem relevância constante é cada vez mais superficial e genérico, pois, plataformas como TikTok e Instagram agora priorizam sinais de engajamento consistentes e contínuos, como compartilhamento essenciais, comentários residentes e tempo de visualização, em vez de picos isolados atrelados a campanhas trimestrais sem protocolos definidos de engajamento.

Diante disso, essa mudança está remodelando a forma como os profissionais de marketing pensam e passam a refletir sobre parcerias com influenciadores. Digo sempre, que antes uma tática para gerar picos de visibilidade e protocolos em torno de momentos culturais, o marketing de criadores sistêmicos está evoluindo para um motor contínuo e prolongado, para a manutenção da narrativa explicita, a confiança do público e o desempenho mensurável em sua trajetória. 

É notório que as marcas que estão se destacando hoje são aquelas que estão migrando de campanhas transacionais inversas para ecossistemas de criadores sempre ativos e sólidos em seus pensamentos, pois, esses programas investem em parcerias duradouras que constroem credibilidade ativa e criam valiosos ciclos de feedback de dados ao longo do tempo, para sua persistência diante de novos projetos.

Reparem que da contagem de seguidores aos sinais contínuos da comunidade engajada, o marketing de influência evoluiu bastante, deixando para trás a era da contagem de seguidores ligados e passando a priorizar a autenticidade real, o engajamento contínuo e os relacionamentos de longo prazo num processo duradouro. De uma outra forma, criadores de conteúdo menores, de micro a nano, geralmente alcançam taxas de engajamento mais altas e maior relevância de nicho apropriado, pois o público os enxerga como vozes confiáveis e solúveis, e não como porta-vozes pagos e direcionados, vejam que esse engajamento é fundamental porque a produção repetida de conteúdo autêntico fortalece a relevância e influência minada as conversões e a fidelização de maneiras que ativações isoladas raramente conseguem demonstrar nesse protocolo de intenções.

Nesse aspecto, todos os programas contínuos para criadores de conteúdo demonstram engajamento rápido e retorno sobre o investimento significativamente maiores em comparação com campanhas pontuais e identificadas, devido à maior familiaridade do público e à exposição ao conteúdo explorado. É bastante relevante dizer que os profissionais de marketing com programas sempre ativos geram insights mais ricos e podem otimizar rapidamente com base em tendências uniformes de desempenho semanais ou mensais, em vez de esperar por relatórios pós-campanha que nem sempre trazem um conteúdo formalizado.

Digo sempre que a realidade algorítmica encontra os relacionamentos humanos aplicados, pois, o público e as plataformas concordam em uma verdade simples, ou seja, a consistência é a chave do sucesso sempre. 

Nessa linha de pensamento, os algoritmos recompensam cada vez mais o conteúdo que mantém a interação ao longo do tempo, e não apenas picos isolados e refratários, pois, os feeds funcionam como ecossistemas vivos que evoluem com a cultura e as conversas planejadas e exóticas. Trabalhando nesse ambiente, uma marca que aparece apenas em momentos de grande destaque, como o Super Bowl, está em desvantagem em comparação explícita com uma cujos parceiros criadores distintos de conteúdo são ativos regularmente em diversos formatos e contextos de linguagem clara e objetiva.

Tenham na massa do sangue que essa mudança está ligada ao comportamento humano, sempre, pois, o conteúdo criado por autores não apenas alcança o público, como também molda a percepção social e a intenção de compra por meio do que a psicologia chama de interação parassocial, ou seja, conexões emocionais unilaterais sendo essas relações que se assemelham a amizades e se formam ao longo de contatos repetidos e autênticos, conforme vários psicólogos definem.

Essa frase é notória, a confiança não se constrói de uma só vez, mas sim por meio da consistência repetida.

Então Sergio, como os programas sempre ativos funcionam na prática?

Vamos então, um programa de conteúdo sempre ativo não é simplesmente um calendário perpétuo de publicações idealizadoras, pois ele é uma infraestrutura disciplinada que trata o conteúdo do criador como um canal confiável e preciso, semelhante à pesquisa paga ou à mídia programática nos atuais sistemas. 

Assim, esse protocolo requer vários elementos essenciais em sua positividade, como:

1 – Visualizar a cadência estratégica com conteúdo regular de parceiros criadores principais, integrado aos calendários sazonais de produtos e serviços.

2 – A criação de uma disciplina de desempenho que vincula a atividade do criador a métricas de conversão aparente, retenção e fortalecimento da marca, em vez de apenas medidas de vaidade e subjetivas.

3 – O aprimoramento de ciclos de feedback onde dados contínuos orientam a direção criativa, as mensagens e a seleção de parceiros e seus indicativos.

4 – A simbiose de parcerias híbridas que combinam taxas fixas com incentivos de desempenho para alinhar os resultados do criador e da marca aprimorada ao seu crescimento.

Então, Super Bowl continua sendo um momento impactante, pois, mas tratá-lo como o único momento é uma visão limitada em um ciclo de mídia ininterrupto para divulgação de uma marca. 

Digo sempre, que as marcas que baseiam sua estratégia no engajamento consistente com criadores de conteúdo constroem familiaridade sólida, que se consolida ao longo do tempo e gera uma resposta mais confiável do público em todos os sentidos.

Enfim, devemos entender que a relevância acima do alcance é primordial, pois, o futuro da influência de marca não se resume ao momento mais impactante já visto, ou seja, trata-se da presença duradoura e sólida

Nesse protocolo, à medida que as plataformas priorizam cada vez mais o engajamento constante e o público se torna mais exigente apertando em relação à autenticidade, os programas de criadores de conteúdo sempre ativos oferecem um caminho claro para a relevância duradoura, sacramentado positivamente todo o projeto.

Digo sempre, num mundo onde os feeds nunca param, as marcas também não podem parar significativamente.

Pense nisso.

Sergio Mansilha 

segunda-feira, 6 de abril de 2026

O Fim do Conteúdo Genérico.

Tenho analisado diversas pesquisas, e todas chegam num ponto comum, oitenta e dois por cento das buscas no Google agora contêm cinco ou mais palavras significativas.

Pessoal, essa estatística sinaliza uma grande mudança na forma como as pessoas descobrem conteúdo viabilizado por suas intenções de busca. Notem que os usuários não pesquisam mais de forma ampla e geral, pois, eles pesquisam de forma específica e sinalizadora, refletindo micro intenções culturais diversificadas e moldadas por identidade, comunidade e experiências compartilhadas em sua trajetória. 

Nesse sentido a busca está se fragmentando em subculturas, de comunidades fitness a fandoms, essa última uma comunidade apaixonada pelos fãs, onde a linguagem substancial, o tom e os valores agregados agora importam mais do que volume ou backlinks projetados.

Esse é o ditado:

A era das palavras-chave genéricas acabou!

Assim, à medida que as buscas se tornam mais conversacionais e contextualizadas dentro de um padrão, os usuários se expressam na linguagem de suas comunidades inteiramente absolutas.

Está na minha memória, há doze anos, as marcas competiam por frases curtas e universais simbolicamente, quem não se lembra.

O que acontece é que essas buscas de cauda longa não são apenas transacionais e lógicas, pois, elas são sinais culturais homogêneos, uma forma abreviada de expressar identidade reflexiva, estilo de vida e pertencimento sólido. 

Então Sergio, o que quer dizer esse parâmetro?

Pessoal, isso significa que a verdadeira oportunidade para as marcas reside em compreender os micros públicos universal, em vez de perseguir o macro volume existencial.

Há transformações das palavras-chave ao código cultural, pois, a pesquisa tradicional de palavras-chave mostra o que as pessoas digitam o tempo todo, então a pesquisa cultural mostra por que elas digitam seguidamente.

Vocês já repararam que comunidades diversas, principalmente os defensores da moda sustentável usam uma linguagem própria que reforça a identidade do grupo em geral, ou seja, as palavras que pesquisam refletem conhecimento interno, gírias diversas, tom e referências que pessoas de fora podem não entender muito bem o significado.

É notório que as marcas que melhor se destacam nesses espaços não são as mais barulhentas nem as maiores em questão, pois são aquelas que dominam a linguagem do seu público alvo ou não.

Sempre digo que otimizar para micro nichos culturais significa compreender estes elementos em geral, como:

1 – Linguagem dinâmica, ou seja, como a comunidade descreve o que valoriza.

2 – Tom elucidativo, como as interações são aspiracionais, irônicas, simplórias ou acadêmicas.

3 – Valores cruciais, simples, quais crenças ou comportamentos unem o grupo de uma forma geral.

Quero sinalizar que quando o conteúdo se alinha com esses sinais, ele gera repercussão instantânea e formal, não porque esteja otimizado para mecanismos de busca, mas porque parece autêntico para as pessoas em todas as suas pesquisas.

A grande pergunta hoje é, por que a IA está acelerando a fragmentação cultural?

Vejam bem, a busca generativa e a descoberta social estão ampliando essa divisão simultaneamente, pois, à medida que os sistemas de IA personalizam os resultados com base no contexto geral, nos interesses aplicados e nos padrões de engajamento do usuário, a internet está se fragmentando em milhares de micro ecossistemas significativos.

Nesse processo, uma busca por "smartfone" não gera mais um ranking universal em sua aplicação, pois, os resultados são filtrados com base no histórico de navegação do usuário, dados de compras realizadas e comunidades preferidas no seu indicativo. Dessa forma, um acadêmico, um praticante de corrida e um influenciador de comida podem receber resultados diferentes, todos relevantes, mas nenhum idêntico seguidamente.

Quero dizer com isso, que a batalha pela visibilidade agora depende de quão profundamente o conteúdo de uma marca inserida se conecta com a visão de mundo atual de um público específico, e não apenas da correspondência de palavras-chave descrita.

Nesse contexto há um hiato, de como otimizar para subculturas, e não para palavras-chave alocada.

Reparem que para prosperar nesse cenário fragmentado, os profissionais de marketing precisam evoluir suas estratégias atuais, passando de mapas de palavras-chave para mapas culturais imersivos. 

O que isso significa Sergio?

1 – Procure analisar a linguagem da comunidade, para identificar frases recorrentes, piadas internas e terminologia compartilhada em geral.

2 – Procure criar agrupamentos de conteúdo em torno da identidade, não da intenção pretendida, pois, em vez de SEO para produtos de alimentação, pense em SEO para comunidades de cuidados com a saúde da Geração Z.

3 – Procure ajustar o tom às normas subculturais aplicadas, ou seja, o que soa autoritário em um contexto pode parecer estranho em outro protocolo.

4 – Procure conquistar a confiança por meio da participação interativa, sendo que marcas que ouvem e contribuem de forma significativa para as comunidades obtêm amplificação geral e orgânica muito além das palavras-chave pré-definidas.

Digo sempre que essa abordagem não substitui o SEO técnico estabelecido. O que ela faz?

Ela aprofunda o processo e adiciona contexto humano aos dados estruturados, garantindo que seu conteúdo seja compreendido tanto pelos algoritmos quanto pelo público de uma forma geral. 

No atual cenário, a busca deixou de ser uma experiência universal para todos, pois ela, tornou-se um reflexo da cultura aplicada, dinâmica diversa e profundamente pessoal e assertiva.

Enfim, marcas que continuarem produzindo conteúdo genérico e abrangente cairão no esquecimento, com toda a certeza, pois, aquelas que reconhecerem e respeitarem as nuances das micros comunidades conquistarão visibilidade sólida, lealdade e influência na mesma medida, numa simbiose empática, nessa conjectura, a busca não se limita mais a indexar informações, e sim, ela indexa identidades permanentemente.

Pense nisso.

Sergio Mansilha 


segunda-feira, 23 de março de 2026

O Marketing e a sua Visibilidade nesse Ano.

Depois de décadas acompanhando e trabalhando no crescimento B2B, aprendi a confiar em um padrão simples, ou seja, as maiores mudanças raramente se anunciam como tendências de marketing criativo. 

Sabem por quê?

Todas elas se manifestam como pequenas alterações no comportamento dos compradores, na forma como as informações são validadas e adquiridas, e na maneira como as organizações tomam decisões em situações de incerteza apresentadas.

Pessoal, já disse anteriormente, esse é o desafio para esse ano de 2026. Guardem na massa do sangue, o sinal não é um novo canal ou uma nova ferramenta., ou seja, o sinal é que a descoberta, a confiança e a diferenciação estão sendo mediadas por sistemas que os compradores controlam, e esses sistemas, cada vez mais, resumem em vez de enviar tráfego continuo.

É uma maneira de entender, o que se segue é um filtro para as mudanças estruturais subjacentes e para o que os líderes seniores podem querer reconsiderar ao definirem a estratégia, o desenho organizacional e as expectativas de todo e qualquer projeto.

Hoje as jornadas de compra guiadas pelo cliente deixaram de ser uma fase e estão se tornando uma realidade física e virtual. Sendo que em muitas categorias, os compradores realizam a maior parte do seu aprendizado e seleção antes mesmo de se identificarem como compradores convencionais.

Aliás, isso é importante porque o funil de vendas é menos observável e menos linear e compatível, ou seja, os grupos de compra ganham confiança por meio da validação de seus pares, de sinais de consenso interno e de sínteses rápidas geradas por ferramentas que reduzem a complexidade a algumas conclusões essenciais em as suas formalidades. 

É uma maneira de entender, que a confiança do cliente está sendo conquistada de novas maneiras, e a validação ocorre cada vez mais fora do campo de visão das áreas de vendas e marketing continuo. 

Guardem essa frase:

Compreender toda a jornada do cliente nunca foi tão crucial e importante!

Vejam o que os que os líderes devem reconsidera, de uma maneira prática, se o seu modelo de crescimento pressupõe que você capturará os compradores no início da jornada primária, ou se pressupõe que você conquistará a confiança nos bastidores antes do contato direto e formal.

Já disse anteriormente também, que o SEO tradicional não está desaparecendo nos atuais cenários. Porém de uma certa forma, está mudando o conceito, pois, ele está sendo acompanhado por uma nova camada de descoberta que surge das ferramentas de IA que avança cada vez mais. 

Notem que a otimização para mecanismos de busca, consiste em conteúdo projetado para ser interpretado e resumido por plataformas de resposta baseadas em IA priorizando formatos estruturados e que resolvem consultas em vez de classificações tradicionais com prioridades essenciais, então, essa mudança em direção ao SEO com IA está remodelando a forma como as marcas competem por visibilidade e clareza.

De uma certa forma, isso é importante porque o que os compradores consomem é cada vez mais uma resposta sintetizada e ordenada, e não uma lista de links azuis e clarificados, então se a sua mensagem não puder ser extraída com clareza, fica fácil para o mercado interpretá-la mal ou considerá-la intercambiável em todas as situações.

Fiquem ciente, o que os líderes devem reconsiderar em sua trajetória se a sua estratégia de conteúdo foi criada para gerar cliques ou para promover a interpretação correta e sensata e a tomada de decisões firmes e seguras em ambientes onde a sua marca pode ser citada mesmo sem uma visita ao site nesse percurso.

Todo esse ciclo e num ambiente sintetizado por IA, exposição não é o mesmo que influência genérica, pois, autoridade é o ativo que se dissemina facilmente e quando os sistemas resumem e comparam informações, tendem a valorizar conhecimento especializado, evidências consistentes e um ponto de vista fundamentado na experiência vivida e adquirida.

Toda essa mudança é reforçada pela forma como a liderança de compras B2B está se transformando na atualidade. Notem que muitos tomadores de decisão agora são líderes nativos digitais que filtram informações rapidamente, triangulam fontes e buscam evidências que considerem relevantes para o seu contexto ficar mais evidente e simplório.

Nessa configuração, a implicação prática é muito simples, pois, os compradores querem respostas rápidas, e PDFs estáticos já não são suficientes para um projeto inicial e duradouro. Temos que entender também, que a busca e a descoberta continuam a evoluir, valorizando a clareza semântica, o conteúdo elaborado por especialistas e os dados estruturados apresentados dinamicamente.

Tenho dito que os líderes devem reconsiderar, da seguinte maneira; se a voz da sua marca está otimizada para um apelo amplo ou para credibilidade quando os compradores estão tentando verificar quem realmente sabe o que está fazendo para dar uma continuidade.

Tenho visto que muitas empresas ainda consideram seus sites como um local para direcionar pessoas durante uma campanha de credibilidade lógica, assim, o que funciona melhor nesse ano de 2026 são sites que atuam como uma fonte de conhecimento sempre disponível, criados para serem fáceis de pesquisar, fáceis de entender e fáceis de interpretar por máquinas num processo muito rápido.

Diante disso, não se trata de publicar mais, ou seja, trata-se de publicar de uma forma que possa ser citada e reutilizada tanto por humanos quanto por máquinas inteligentes. Nesse cenário, em todo o mercado, o conteúdo está evoluindo para centros de conhecimento dinâmicos e repositórios modulares que os sistemas de IA podem interpretar e referenciar de uma forma rápida e simples.

Enfim, o que os líderes devem reconsiderar e que é muito essencial; se a sua presença digital está organizada apenas em torno da narrativa ou em torno de conhecimento útil que reduza o atrito para compradores, Times de vendas, parceiros e sistemas de IA que tentam resumir a sua oferta segura, afinal, em 2026, o marketing valoriza o discernimento em detrimento da quantidade. 

Pense nisso.

Sergio Mansilha


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