A diversificação das categorias profissionais ainda é uma incógnita no mercado, no entanto, o marketing continua sendo um segmento como uma das poucas funções empresariais importantes e realista que ainda aprende principalmente por meio da experiência prática no seu cotidiano.
Pessoal, vou citar exemplos, o
setor financeiro como de praxe simula cenários antes de investir capital; o
segmento da engenharia cria protótipos evolutivos antes do envio para o mercado;
já as cadeias logísticas de suprimentos simulam reconfigurações pontuais antes
de movimentar o estoque real.
Já em nossa área, o departamento
de marketing lança uma campanha diversificada, espera impacientemente a
abertura de sua trajetória e descobre semanas depois o que deu certo, ufa...
que maravilha.
Nesse aspecto e apesar de várias décadas
de avanços em atribuição cronológica e mensuração, a sequência não mudou nada
em relação aos padrões estabelecidos. Vamos entender que, primeiro como sempre
vem o capital, depois, evidente, o aprendizado. De acordo com pesquisas que fiz
recentemente, o investimento global em publicidade já ultrapassa US$ 1,5
trilhão nos padrões atuais, mas uma grande porcentagem significativa e real
desse gasto é destinada à descoberta com parâmetros significativos.
Dessa forma, a oportunidade
estrutural é simples e não passageira e está pronta para ser implementada solidamente,
ou seja, transferir o aprendizado para as etapas iniciais do processo para
estabelecer conexões reais satisfatórias.
Digo sempre, que a IA tornou o
marketing mais rápido, não mais seguro e sólido, pois, com a chegada da IA
generativa e pouco explicativa, as indústrias se concentraram na produção de
eventos, como:
A – Cópias mais rápidas.
B – Muito mais variantes.
C – E uma grande produção mais
barata.
Vamos estabelecer que esse foco é
bastante compreensível, pois a produção cronológica é visível e aberta, além do
seu Time e sua própria existência é vista como progresso bastante atualizado.
O que é bastante peculiar que nós
não abordamos o problema do sequenciamento sistemático.
Vou citar um exemplo:
Vejam, se um briefing estiver
incompleto ou uma premissa estratégica empregada for falha, gerar cem versões
dele não reduz o risco de sérios problemas, dessa forma, apenas amplia a mesma
premissa que já citei várias vezes. Vamos entender nessa regra que sua
velocidade aumentou, mas seu risco também é bastante evolutivo.
Sem critérios, reproduza o mesmo
erro sistemático em diferentes implementações e cenários, sendo que esse erro
se transformará em uma responsabilidade exponencial de difícil controle.
Nesse panorama, o próximo
capítulo da IA no marketing atual não pode ser apenas sobre aumentar o volume
de seus prognósticos, mas sim sobre reduzir a incerteza absoluta antes que o
capital seja investido e possa não causar um prejuízo.
Existe uma fatia de mercado, onde
outras indústrias estão em vantagem, ou seja, a transição da tomada de decisões
abertas por tentativa e erro contínuo para a tomada de decisões baseada em
simulação indiferentes já ocorreu há muito tempo em outros segmentos de mercado.
Vejo essa passagem com tanto tempo que agora consideramos natural que as coisas
sempre tenham sido feitas dessa forma citadas acima,
Algumas empresas fornecem a
tecnologia necessária para criar gêmeos idênticos digitais que modelam fábricas
em vários setores e cadeias de suprimentos cronológicos antes mesmo de qualquer
investimento em mudanças físicas em suas estruturas. Já algumas indústrias
automobilísticas simulam linhas de produção antes de ajustar sequer e
onipresente um único padrão de potência.
Com essa minha narrativa, o
marketing está começando a seguir um caminho bastante semelhante, mas precisa
adotar em sua trajetória a teoria por completo e exata, lógico, em vez de usar
a IA simplesmente como é o padrão para gerar ativos, vejo que as organizações
estão começando a usá-la para construir e solidificar ambientes de decisões
reais.
Vou dar uma dica:
O trajeto do uso de sistemas que
combinam sinais humanos contínuos e acelerados, dados em tempo real
identificáveis e presenças autônomas nos permite testar ideias antes que elas
cheguem ao mercado para evolução de qualquer propósito indicado.
Isso é muito simples, onde antes
nos contentávamos ao silêncio em prever o desempenho dessas metas, agora
precisamos exigir uma estrutura sólida que nos permita vivenciar as
consequências reais de todos os acontecimentos.
Então Sergio, onde a Inteligência
vive?
Existe uma recodificação, pois, para
os profissionais de marketing em sua abrangência, essa mudança altera o local
onde a inteligência reside e quer se estabelecer.
É uma visão bastante promissora,
pois a compreensão do consumidor empregada deve ser contínua sempre, e não
episódica, ou seja, de vez em quando. É uma plataforma que Isso vai além da
previsão inicial e chega a algo inédito em nosso segmento da seguinte forma;
“ Em todos os aspectos vivenciar
a resposta do mercado antes mesmo do lançamento da campanha em sua introdução.”.
Sempre de uma maneira pragmática,
a percepção torna-se intrínseca ao processo criativo em toda a sua produção, e
as ideias realçadas podem ser questionadas sempre, bem como, refinadas
(abertas) e testadas sob pressão cronológica antes do investimento em mídia a
ser introduzido. É uma forma bastante coerente, pois assim, o relatório
estático apresentado que você espera se transforma em um documento realista e
vivo com o qual você pode interagir e aprimorar a qualquer momento.
Mas, vejam bem, isso não eliminará
a incerteza, mas a conterá de uma certa maneira. Unir a coerência com a
velocidade aplacada de aprendizado, introduzir a capacidade de explorar
caminhos mais estratégicos e eficazes, manusear e compreender as consequências
mais rapidamente e comprometer-se com maior confiança aplicada, torna-se a
vantagem competitiva ideal para todos os projetos.
Seguindo esse cronograma, uma
categoria definida por tempo real e alocação de capital, essa velocidade se
multiplica constantemente.
Vamos entender que a vantagem
fica com as organizações que corrigem a sequência de várias formas.
No mercado atual, em comparação
com outras funções empresariais definidas, o nosso marketing ainda está em seus
primórdios legítimos quando se trata de adotar formalmente a tomada de decisões
orientada por simulação para estabelecer qualquer projeto.
Pessoal, é notório para mim que as
marcas que se destacarem reconhecerão essa minha narrativa e se apressarão em
resolver o problema tão evidenciado. Quero também dizer, que enquanto seus
concorrentes se preocupam com quem está automatizando sistematicamente a
produção real e criativa mais rapidamente, elas estarão em sua raiz corrigindo
a sequência inicial e limitando sistematicamente a responsabilidade, ou seja,
priorizando todo o aprendizado antes do investimento de capital para os
negócios, reduzindo o risco inicial em vez de analisar o desperdício posterior
que aparece de forma parcial.
Enfim, no atual cenário temos as
ferramentas adequadas para mudar a forma como o marketing aprende e evolui.
No entanto, a pergunta é:
Com essas diretrizes o segmento
as usará para repensar sua sequência de aprendizado introduzido ou continuará
celebrando versões mais rápidas do mesmo erro constantemente?
Pense nisso,
Sergio Mansilha
