Seguimos com as transformações, uma nova modalidade de comércio está nascendo, sabem qual é:
O B2A, Business-to-Agent.
E a rapidez desse processo é constante, pois, a transição para a economia digital de 2026 e 2027 está marcada e definida por uma mudança fundamental em seus canais no destinatário final das interações comerciais de mercado. Vejam, que o modelo tradicional executado e centrado no Business-to-Consumer (B2C) e Business-to-Business (B2B), está de uma maneira muito se expandido, isso é notório, até mesmo porque em alguns setores sendo substituídos, por uma nova camada de intermediação para os negócios.
Pessoal, o que importa não é mais ter um site elegante, formal e apreciado, mas ter dados e informações que o agente consiga ler e extrair e contextualizar o interesse adquirido. A citação nomeada, ou seja, ser a fonte que o agente escolhe, dessa forma, será a nova moeda.
Digo com isso, que esse novo método de navegação, e em vez de nós seres humanos navegar por um site, um agente de IA será o pesquisador inovador, assim, irá comparar e decidir a compra por ele., definindo o que seja melhor.
Estudei bastante sobre isso, e digo, este modelo define a prática de desenhar serviços digitais apropriados, arquiteturas de dados alinhados e infraestruturas correlatas de pagamento para que o cliente coletado e primário seja um agente de inteligência artificial gerado em nome de um humano ou de uma corporação de mercados diversos.
Com isso, já lanço a minha criação, estaremos já na era da otimização para os olhos, isso será uma medida simples, que define o marketing até agora e o design de produtos por várias décadas, está dando lugar à otimização para chamadas e direcionamentos de API (Interface de Programação de Aplicações), onde será notório que o sucesso comercial depende menos da estética que usamos visualmente e mais da precisão e certeza da lógica, da estruturação formal de dados e da latência das respostas sistêmicas, ou seja, me refiro ao tempo de atraso entre o estímulo e a reação completa de um sistema complexo e inovador.
Essa rapidez que vejo, concluo que a emergência do B2A não representa apenas uma evolução tecnológica como tantas outras, mas uma reconfiguração delineada da teoria econômica do consumo, que se alinha ao tempo. Nesse modelo, o que entendi é quando um agente de software toma uma decisão de compra diante de sua análise, os drivers de valor adquiridos mudam seus atalhos mentais que geralmente usamos para tomar decisões rápidas baseando-nos em como nos sentimos, quero falar com isso, como:
1 - Emoções;
2 - Simpatias;
3 - Antipatias ou estados de ânimo;
Isso tudo, em vez de analisar dados lógicos ou até mesmo fatos concretos identificados em sua análise e de marca para parâmetros concretos de utilidade pura, disponibilidade existencial e custo total de serviço lógico.
Está bastante identificado que, enquanto os modelos anteriores funcionavam como interfaces de consulta, os novos agentes de IA possuem autonomia para planejar com eficácia, raciocinar automaticamente e executar tarefas complexas e inovadoras sem o olhar humano constante.
Digo com certeza, que nesse modelo B2A, as empresas tratam esses agentes de IA como o Copiloto do Poder que desativam automaticamente todas as interfaces legíveis por máquinas, em vez de interfaces gráficas projetadas em sua estrutura para a percepção humana iniciada e finalizada.
Está uma regra clara, pois, a distinção entre os modelos tradicionais e o B2A é profunda e lógica e altera as regras existentes de engajamento do mercado tradicional, reparem que, enquanto o B2C foca na habilidade de contar histórias utilizando enredo elaborado, narrativa envolvente e recursos audiovisuais e emocionais para conquistar a mente do consumidor, a nova era do B2A foca em dados estruturados e sólidos e identificados como preços em tempo real, níveis de estoque existentes e reservas ambientais, sociais e de governança, tudo isso, para conquistar o algoritmo do agente. Essa característica, a fidelidade, no contexto agente IA, deixa de ser baseada, evidentemente, em complexidade emocional e passa a ser calculada e ingerida pela eficiência da integração técnica total e pelo cumprimento específico de acordo de nível de serviço, ou seja:
- Prazos de entrega.
- Escopo do serviço.
- Métricas de desempenho.
- Responsabilidades.
- Penalidades.
Com essa concepção, o B2A está redefinindo as regras iniciais e finais de engajamento em vários setores do mercado, lógico, criando padrões de eficiência robusta que anteriormente eram impossíveis devido à fricção e à mente humana existente. Digo que uma implementação eficaz dos agentes IA pode acelerar processos de negócios reduzindo erros e eliminando tarefas de baixo valor e ineficazes que consomem grande parte do tempo dos colaboradores nas empresas e instituições.
Vejam só, no varejo, o B2A está impulsionando o conceito de comércio do clique e aconteça. Nessa fase atual, os consumidores começarão a delegar diversas tarefas distintas de descoberta para compra a plataformas de IA generativa, ou seja, que interpretam objetivos reais e sólidos, amplamente definidos e tomam ações em tempo real no seu nome para finalizar o processo iniciado.
Está bastante evidente que para as marcas, isso significa que a visibilidade inserida não é mais protegida e direcionada por anúncios visíveis e distintos, mas pela qualidade adquirida dos dados estruturados fornecidos aos agentes IA. Dessa forma, a otimização para motores de resposta torna-se extremamente essencial. Tudo leva a crer que, até os anos 2030, quase a totalidade dos compradores online utilizem agentes IA, e será um número bastante significativo de todo o gasto no e-commerce.
Já o setor financeiro atual é um dos adotantes mais agressivos desse modelo do B2A., pois, além do atendimento ao cliente existente, onde agentes de IA já resolvem consultas complexas, essa nova tecnologia está sendo inserida nas funções centrais das instituições, quero dizer com isso, que no gerenciamento de risco, agentes de IA independentes são capazes de detectar anomalias sérias e prever necessidades de fluxo de caixa, corrigindo eventos de risco.
O que vejo é que até hoje não foi proposto nenhum tipo de padrão que abranja completamente o fluxo dos Agentes IA, sabem por que, pois, qualquer Agente IA só existe porque um humano precisa dele, vamos pensar e desmistificar o B2A.
Pense nisso.
Sergio Mansilha
