segunda-feira, 29 de junho de 2026

O Cenário das MARCAS nas Novas Gerações.

É bastante crucial entender que a fidelidade à marca nos dias de hoje não pode mais ser presumida; ou seja, as marcas precisam ter um diferencial claro e objetivo criando uma dedicação ao desenvolvimento da mesma baseado em pesquisa para sobreviverem no mercado.

Então é fato, as empresas de bens de consumo precisam desenvolver marcas de destaque para se manterem relevantes para o consumidor.

No meu entendimento, para as empresas de bens de consumo, o desenvolvimento de marcas nas últimas décadas vigentes concentrou-se na construção das mesmas reconhecidas e confiáveis em sua formação, que se tornassem a primeira opção sólida dos consumidores. 

No entanto, nos dias atuais as marcas já não detêm o mesmo poder para essa definição. 

Sabem porquê?

Vejam, nos dias atuais o valor é mais importante para o dobro de consumidores do que a marca sugere.

Pessoal, o valor tornou-se o fator de compra mais importante e a fidelidade à marca está diminuindo consideravelmente em todos os níveis

Dessa forma, considero que o desafio para as empresas de bens de consumo é lidar com as questões relevantes e urgentes de valor e fidelização direcionada, pois, ao mesmo tempo que tomam medidas para garantir que suas marcas permaneçam relevantes, temos que considerar à resposta que os consumidores continuam a evoluir significativamente.

Em todos os aspectos, o desenvolvimento de marcas deve permanecer relevante para as mudanças nas prioridades dos consumidores em relação à saúde e à sustentabilidade de efeitos categóricos, pois, embora várias pesquisas que passei vistas, indicam que a sustentabilidade tenha se tornado menos prioritária nesse aspecto para os consumidores em todo o mundo, vários consumidores ainda priorizam produtos sustentáveis de preço mais elevado de uma certa forma, lógico, dependendo da categoria apresentada. Com essa nova característica, a mesma reforça a importância contínua da sustentabilidade como área de foco para as marcas, principalmente aqui no Brasil.

É bastante interessante entender que a geração Z está reformulando as expectativas em relação ao engajamento com as marcas em sua evolução, ou seja, as empresas de bens de consumo também precisam encontrar maneiras mais eficazes e sustentáveis de se conectar com os consumidores do futuro, que evolui com bastante rapidez.

Vou descortinar, três ações prioritárias e essenciais que as empresas focadas nos bens de consumo devem tomar a iniciativa rapidamente:

A – Faça um reconhecimento e analise suas marcas.

Procure identificar e desinvestir nas marcas de pior desempenho e que não apresentam canais de evolução. Isso é notório, porque as principais empresas de bens de consumo concentram seus esforços e investimentos em suas melhores marcas apresentadas, ou seja, garantindo que sejam altamente diferenciadas no mercado atual e demonstrem claramente valor agregado e sólido aos consumidores. A importância de auditar regularmente seu portfólio de marcas é evidente, testando rigorosamente a contribuição para a margem e removendo praticamente as marcas que não geram mais resultados em sua trajetória. Isso significa que apenas as melhores marcas conseguem competir com as próprias marcas ramificadas, as empresas de bens de consumo devem seguir o mesmo caminho perpetuado para o seu negócio, permitindo que invistam tempo e recursos em suas marcas mais importantes para unificação do mercado.

B – Construir e Investir significativamente em pesquisa e desenvolvimento.

Procure diferenciar as marcas restantes, mais fortes e significativas, e procure impulsionar a fidelização do consumidor existente. Considere e aprimore as marcas existentes com inovação e adicione rapidamente novas marcas sugeridas que conquistem os consumidores com uma ampla visão.

Pessoal, apesar do grande interesse real dos consumidores por produtos e serviços mais acessíveis e práticos, que geralmente priorizam o preço inicial em detrimento da marca, um produto ou serviço superior pode reconquistar 60% dos consumidores no Brasil, mesmo com um preço mais elevado inicialmente apresentado. 

Porém, ao focar nessa ideia no desenvolvimento da marca, as empresas de bens de consumo precisam garantir com frequência que estejam dando passos firmes na direção certa, e não apenas fazendo pequenos ajustes e reparos, ou os consumidores simplesmente não voltarão nunca mais.

Sobre esse tema e numa pesquisa que passei vistas, 38% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por materiais Top, ou seja, Premium e melhor desempenho do produto (34%), demonstrando a importância de as marcas priorizarem a pesquisa e o desenvolvimento em andamento. Por outro lado, para os setores de bens de consumo considerados mais inovadores, como, vestuário e calçados (52%), produtos para o lar (49%) e beleza (47%), a dedicação à pesquisa e desenvolvimento já é uma realidade usual. Essa expectativa é também para que outros setores também colham os mesmos frutos, pois, o investimento em inovação deve ser contínuo e sólido, a fim de manter a diferenciação competitiva e garantir a fidelidade do consumidor a longo prazo eternamente.

C – Se condicionar e direcionar o investimento em marketing para novos canais integrados.

Vamos alcançar a Geração Z onde ela compra e investe, em vez de persistir continuadamente em atividades de marketing tradicionais cada vez mais obsoletas e não eficazes.

Nessa pesquisa que já me pronunciei, o engajamento digital continua aumentando, isso é notório para a Geração Z, que cito. A realidade apresentada é que as plataformas de entrega são usadas por (75%) da Geração Z para se alimentar fora ou pedir alimentação para viagem, e os marketplaces online iniciais são usados pela maioria da Geração Z para compras unificadas de roupas (72%) e produtos de beleza (54%).

Esses resultados apresentados, indicam que as principais marcas estão direcionando seu marketing para os canais onde seus clientes passam mais tempo e são usuais, além de monitorar o retorno sobre o investimento em marketing, mesmo com orçamentos mais restritos com iniciativas direcionadas.

Vejam que os líderes com melhor desempenho estão internalizando profundamente o desenvolvimento de marketing usual e usando IA em todos os níveis para aprimorar a qualidade do conteúdo gerado e acelerar a entrega com bastante rapidez. Assim, a IA está influenciando o real comportamento do consumidor, com 38% dos clientes utilizando recomendações de IA ao tomar decisões diversas de compra, mais da metade (63%) dessas recomendações de IA se concentram na exigência em marcas de grande porte e sólidas. No meu entendimento isso demonstra a importância da visibilidade real e da força da marca tradicional para as empresas de bens de consumo no âmbito geral. 

Minha dica, as marcas precisam ser otimizadas para a descoberta por IA, pois, caso contrário, correm o risco de se tornarem irrelevantes, pois não serão encontradas pelos consumidores no mercado.

Enfim, os consumidores atuais estão cautelosamente otimistas em relação ao seu futuro financeiro, mas as pressões iniciais de curto prazo continuam a influenciar o comportamento para suas iniciativas. Com essa projeção e com orçamentos limitados, as decisões de compra tornam-se cada vez mais ponderadas e sensatas, à medida que a sensibilidade do consumidor ao preço remodela o varejo e a fidelidade real à marca. 

Dessa maneira, os varejistas precisam refinar suas linhas de produtos rapidamente e aprimorar as experiências dos clientes usuais por meio das tecnologias existentes, enquanto isso as empresas de bens de consumo precisam se concentrar novamente, como sempre digo, na inovação e em estratégias digitais direcionadas ao seu público alvo. 

Então, aqueles que se adaptarem rapidamente com vistas a essas prioridades em constante evolução pragmática e aproveitarem a IA usual para gerar valor estarão com certeza em melhor posição para prosperar nesta era de consumo consciente e real.

Pense nisso.

Sergio Mansilha

segunda-feira, 15 de junho de 2026

O Novo Modelo de Marketing altera a Direção do Fluxo de Dados.

Já faz alguns belos anos que a publicidade digital operou com base forte num pressuposto bastante simples, descrito da seguinte maneira, vejam.

Nesse protocolo, se os profissionais de marketing pudessem rastrear indivíduos na internet, eles poderiam mensurar e otimizar praticamente tudo em todos os níveis apresentados.

Esse panorama é bastante explícito, pois os cookies e identificadores móveis criaram uma infraestrutura extensa e programada que permitiu às marcas rastrear os consumidores em sites e aplicativos diversos, vinculando a exposição a anúncios ao comportamento com uma precisão notável no encaixe de todos os processos vistos.

No entanto, esse sistema está desaparecendo rapidamente, com regulamentações de privacidade, restrições unidas de plataformas e as crescentes expectativas apreciadas dos consumidores em relação à proteção de dados estão desmantelando e quebrando a estrutura de identidade funcional que sustentou a publicidade digital por décadas seguidamente de grande euforia.

Pessoal, cookies de terceiros estão sendo gradualmente eliminados em todos os protocolos, pois novos sistemas de protocolos operacionais móveis limitam com precisão absoluta as permissões apresentadas de rastreamento utilizados sistematicamente, ou seja, órgãos reguladores existentes em todo o mundo estão endurecendo e aplicando as regras que regem os dados pessoais, que genuínos e confidenciais definitivamente.

Digo sempre, que para os profissionais de marketing, essa mudança representa uma das transformações estruturais mais profundas que o setor já enfrentou em toda a sua trajetória para os negócios.

Já na sua aplicação atualmente, em meio a esse rompimento, um novo modelo de mensuração está surgindo, ou seja, um modelo baseado menos no rastreamento de indivíduos e mais na colaboração entre organizações aprimoradas com conceitos diversificados de mercado.

É fato, que hoje a colaboração de dados está se tornando a nova moeda aplicada do marketing moderno e futurista.

Sabem por quê?

Simples entender, em vez de coletar e centralizar grandes quantidades de dados de usuários existentes, as empresas estão cada vez mais recorrendo a ambientes inseridos e seguros onde várias partes podem analisar com firmeza as informações em conjunto amplo sem expor dados pessoais e sensíveis dentro desse programa, assim, esses ambientes usuais, frequentemente chamados de ambientes limpos de dados, permitem que marcas expressas, varejistas diversos e editoras infinitas comparem conjuntos de dados de forma segura e apropriada em termos de privacidade com bastante solidez.

Nessa plataforma, o modelo altera a direção do fluxo de dados continuadamente, pois no ecossistema publicitário tradicional, os dados eram extraídos de toda a internet e consolidados em plataformas de publicidade de uma forma geral. O que é apresentado na era da privacidade em primeiro lugar e sempre, as organizações trazem insights reativos para ambientes controlados e uniformes, onde a análise pode ocorrer sem comprometer informações sensíveis identificadas de uma forma prioritária.

E sem dúvidas, essa abordagem apresentada já está transformando coerentemente a forma como o desempenho de marketing é medido em todo o seu comportamento protocolar.

Vocês já repararam que as redes de mídia de varejo fornecem um dos exemplos mais claros nessa identificação.

Vejam só, os varejistas possuem alguns dos dados primários mais valiosos disponíveis no mercado, ou seja, o comportamento real e preciso de compra identificada nesse processo

Dessa forma, as marcas querem entender como a publicidade influencia essas compras que estão no ar, mas as regulamentações de privacidade existentes muitas vezes impedem formalmente que os dados brutos adquiridos do consumidor sejam compartilhados diretamente e continuadamente.

Todos os ambientes dessa configuração permitem que ambas as partes envolvidas colaborem com segurança já existente, ou seja, as marcas podem avaliar como as campanhas em andamento afetam as vendas de uma forma geral, enquanto os varejistas mantêm um controle rigoroso e firme sobre as informações dos clientes que são o eixo de toda essa formatação.

Isso, implica em dizer, que o resultado é uma medição que é ao mesmo tempo compatível e ideal com a privacidade e comercialmente significativa em sua trajetória de compromisso formal com o mercado.

Nesse contexto, as implicações vão muito além da mídia de varejo e sua realidade, notem que as editoras estão criando estruturas de colaboração semelhantes que permitem aos anunciantes unificados analisar pragmaticamente o desempenho de campanhas enviadas em ambientes de mídia super premium, sem depender evidentemente de rastreamento invasivo entre sites genericamente usuais, cabe entender que em vez de rastrear indivíduos na internet aberta e diversificada, a mensuração depende cada vez mais de sinais permitidos e agregados, bem como, conjuntos de dados compartilhados em todo esse ensaio.

Nesse entendimento, esse protocolo representa uma mudança fundamental na forma como o setor encara os dados diversificados numa cadeia cronológica.

Em toda a minha experiência, durante anos, a vantagem competitiva foi definida em termos de propriedade de dados para atingir metas e objetivos, ou seja, as empresas que coletavam mais informações detinham o maior poder absoluto no mercado.

O que acontece no ecossistema emergente, o valor provém e é ditado de algo bastante diferente que é a:

A usual, capacidade das aplicações e dos sistemas de trocar dados de maneira segura e automática, no qual, esse protocolo é chamado de interoperabilidade, aplicada de uma forma bastante responsável, gerando insights compartilhados e colaborando com parceiros, no qual, definirá o sucesso do marketing na era da privacidade atualizada.

Todos estamos presenciando que a tecnologia está ajudando a tornar isso possível e sólido, pois, os avanços na computação com preservação de privacidade existente, gera uma unidade de crescimento como a privacidade diferencial, ao mesmo tempo, a computação multipartidária segura permitem que os analistas extraiam informações gerais relevantes e únicas de conjuntos de dados criptografados ou anonimizados, num cenário de confidencialidade bastante eficaz.

Diante desse cenário, a matemática aplicada por trás dessas técnicas é complexa e exigente, mas o objetivo sumário é simples, ou seja, possibilitar a análise sem expor as identidades individuais de dados que são bastante significativos.

Gostaria de esclarecer que para os profissionais de marketing, esse novo cenário exige uma mudança de mentalidade pessoal e profissional.

Dessa maneira, quero ressaltar que os dados não podem mais ser tratados simplesmente como uma mercadoria a ser coletada e controlada unicamente num processo único, pois nesse cenário, tornam-se parte de um ecossistema mais amplo no qual a colaboração desbloqueia valor para obter uma realidade de bons negócios.

É uma via de mão dupla, pois, as parcerias entre marcas, varejistas, plataformas e editores tornam-se conexos e essenciais para a compreensão do desempenho e sua evolução para os negócios, assim, as estratégias de mensuração dependem cada vez mais de relações de confiança tanto quanto da infraestrutura técnica inicialmente inserida em qualquer protocolo.

Nesse entendimento, as organizações estão se adaptando a essa realidade atual, pois os Times de dados estão trabalhando mais em conjunto com especialistas notórios em privacidade e direito de termos de uso, no mercado atual, as parcerias com a mídia agora incluem estruturas de mensuração, além de contratos de criação e distribuição para segurança de todos, bem como, as estruturas de governança estão evoluindo rapidamente para garantir a conformidade exigida com ambientes regulatórios unificados cada vez mais complexos e dinâmicos.

Por outro lado, para os consumidores em geral, essa transição definida pode, em última análise, criar um equilíbrio mais saudável entre relevância e privacidade com um alívio no vazamento de dados pessoais e absolutos.

Enfim, o marketing continuará sendo orientado por dados como digo sempre, mas os insights diversificados virão de padrões agregados e sólidos e colaboração confiável absoluta, em vez de rastreamento onipresente e não usual.

Nesse entendimento, para as marcas, o desafio é aprender a operar com eficácia nesse novo ambiente moderno e inovador, porque, na era em que a privacidade é prioridade, o ativo de marketing mais valioso pode não ser os dados em si unificados, e sim, podem ser os relacionamentos que dão significado a esses dados descobertos com bastante precisão.

Pense nisso.

Sergio Mansilha

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Trabalhar a Memória de Decisão e Retenção de Clientes.

Já escrevi alguns artigos sobre esse tema, e sempre digo que painéis de controle não reduzem a rotatividade de clientes, pois, decisões coordenadas, registradas e protegidas, sim isso é que é relevante.

Pessoal, a maioria dos programas de retenção falam sobre escuta ativa direta, notem muitos Times já escutam bem, mas a rotatividade continua aumentando porque a organização não retém o necessário, o que aprende de uma forma que influencie suas decisões programáticas.

Guardem na mente, o problema não é o volume do sinal, mas sim a memória das decisões sobressalentes.

É muito óbvio que a memória de decisão é sempre a capacidade de reter o que foi aprendido e consolidado, o que foi decidido e por que foi decidido naquele momento, assim, quando essa memória é fraca e desorganizada, a organização repete debates aglutinados, reabre negociações e renomeia a mesma questão que aparece como uma nova prioridade a ser alcançada.

Digo sempre, que esses clientes percebem isso como inconsistência apreciada, e a inconsistência se torna um fator de perda de clientes em toda essa trajetória.

Não existe uma lacuna aberta se o motor de retenção é o sistema de decisão, digo isso, pois a retenção é frequentemente descrita como uma ação de sucesso do cliente ou uma ação de suporte bastante evolutiva, ou seja, na prática, a retenção é uma ação de liderança sólida, pois depende de decisões coordenadas entre as diversas funções apreciadas.

Dessa forma, todas as decisões coordenadas exigem uma arquitetura de decisão estável que mantenha a intenção intacta sob pressão a qualquer momento.

O que mais acontece é que, uma arquitetura de decisão estável não se resume a uma frequência de reuniões sugeridas, pois, ela trata-se de um conjunto de acordos compartilhados que definem o que conta como evidência clara, a quem cabe cada decisão e como as compensações são registradas e acondicionadas. Na prática, quando esses acordos estão ausentes, a resposta se traduz em atividade generalizada em vez de progresso relevante.

É comum analisar, como a memória de decisão falha, em tod0s os aspectos a memória decisória falha de maneiras previsíveis e diretas, todos os Times confundem exposição com alinhamento, o que é um erro, pois em suas análises eles vão acreditando que compartilhar um painel de controle equivale a um entendimento comum e normal. Também vale ressaltar, que além disso, confundem concordância momentânea com comprometimento a longo prazo indefinido, fazendo com que as prioridades se mantenham apenas até a próxima escalada do problema que vai sempre aparecer.

Muita atenção, pois é aqui que a rotatividade começa silenciosamente sem uma percepção inicial, pois os clientes veem o mesmo atrito ressurgir porque o sistema esquece a decisão anterior e implementa correções parciais que se tornam obsoletas e insolventes. Ao Times internos sentem o custo como retrabalho e desgaste constante, e os líderes o percebem como urgência sem clareza, e tudo fica claro e evidente.

Quero destacar com minha experiência, que o motor de retenção como um sistema de decisão apresentado, mostra como a memória de decisão falha, ou seja, o painel de controle não significa alinhamento correlacional, concordância não significa comprometimento adquirido, atividade não significa movimento sustentável.

Gostaria de descrever três pontos de interesse focado e bastante relevante:

1 -  Toda história versus sinal.

2 – Todos os problemas de responsabilidade.

3 – Todas prioridades variáveis.

Quero ressaltar que a rotatividade de clientes geralmente não surge da falta de dados inseridos, mas sim da fragilidade da memória decisória que floresce nesse momento.

Então Sergio, o que fazer:

Simples, vamos fortalecer a arquitetura decisória, esclarecendo responsabilidades para cada momento, como também, protegendo prioridades e definindo uma superfície de decisão clara e sólida, dessa forma, transforma a retenção em um sistema de liderança consistente, em vez de um exercício reativo de geração de relatórios inapropriados.

Sempre digo, que o sinal se transforma em narrativa inicial, pois um tema é apresentado, alguém questiona a amostra e o Time debate a validade do sinal em vez de escolher uma ação apropriada. Isso traz um tremendo desconforto, pois, gasta-se energia defendendo a realidade em vez de se comprometer com a mudança apropriada, adiando as correções que os clientes já estão sentindo há muito tempo.

Em todos esses aspectos, a responsabilidade reside nas funções, não nas decisões geradas, pois, o produto ou o suporte ao cliente detêm o assunto, mas ninguém detém a responsabilidade pela decisão específica que resolve o impacto no cliente em sua trajetória. Todas as decisões não assumidas ressurgem mensalmente, criando atritos visíveis que os clientes interpretam como inconsistência, ou seja, uma bagunça geral.

Toda a priorização apresentada, se transforma em classificação, não em governança inicial, pois, os sistemas de pontuação geram listas que mudam sob pressão rapidamente, sem um princípio estável que oriente as decisões aplicadas. Dessa forma, a mudança de prioridades prejudica a previsibilidade inicial, e a imprevisibilidade prejudica a confiança do cliente em todos os sentidos.

Quero ressaltar, que a plataforma se torna uma superfície de publicação genérica, pois, todos os Times revisam os gráficos, mas saem com interpretações diferentes e sem compromissos registrados e identificados. Com essa participação e sem uma verdade compartilhada e compensações documentadas, os mesmos debates se repetem e as condições de instabilidade persistem aleatoriamente.

Então Sergio, por que as percepções dos clientes nunca se transformam em ação inicial?

Vejam só, as lacunas entre a compreensão e a ação é solucionável, digo, uma vez que se entenda como o conhecimento disperso pode causar estragos na execução programada.

É notório, a rotatividade diminui quando as decisões se tornam consistentes e a organização consegue reter o que aprendeu nessa trajetória, notem, que o motor de retenção constrói essa memória traduzindo sinais de experiência em informações confiáveis e sólidas ​​para os líderes comprometidos.

Guardem na massa do sangue, que a Arquitetura de decisão mantém essa memória intacta mesmo quando o ambiente de negócios se torna instável e desequilibrado.

Enfim, esse ano é uma nova oportunidade para projetar a retenção como qualidade da decisão, pois, quando a memória da decisão se fortalece, o alinhamento se mantém por mais tempo e o cliente experimenta coerência absoluta.

Digo sempre, a coerência é o que faz com que permanecer pareça mais seguro do que ir embora definitivamente, ou seja, organizações que dominam essa abordagem geralmente observam melhorias no valor do ciclo de vida apresentado do cliente, à medida que a retenção se torna um resultado previsível e justo, em vez de um esforço reativo inicial.

Pense nisso.

Sergio Mansilha​ 

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