segunda-feira, 10 de agosto de 2026

No cenário Atual o aprendizado do Marketing.

A diversificação das categorias profissionais ainda é uma incógnita no mercado, no entanto, o marketing continua sendo um segmento como uma das poucas funções empresariais importantes e realista que ainda aprende principalmente por meio da experiência prática no seu cotidiano.

Pessoal, vou citar exemplos, o setor financeiro como de praxe simula cenários antes de investir capital; o segmento da engenharia cria protótipos evolutivos antes do envio para o mercado; já as cadeias logísticas de suprimentos simulam reconfigurações pontuais antes de movimentar o estoque real.

Já em nossa área, o departamento de marketing lança uma campanha diversificada, espera impacientemente a abertura de sua trajetória e descobre semanas depois o que deu certo, ufa... que maravilha.

Nesse aspecto e apesar de várias décadas de avanços em atribuição cronológica e mensuração, a sequência não mudou nada em relação aos padrões estabelecidos. Vamos entender que, primeiro como sempre vem o capital, depois, evidente, o aprendizado. De acordo com pesquisas que fiz recentemente, o investimento global em publicidade já ultrapassa US$ 1,5 trilhão nos padrões atuais, mas uma grande porcentagem significativa e real desse gasto é destinada à descoberta com parâmetros significativos.

Dessa forma, a oportunidade estrutural é simples e não passageira e está pronta para ser implementada solidamente, ou seja, transferir o aprendizado para as etapas iniciais do processo para estabelecer conexões reais satisfatórias.

Digo sempre, que a IA tornou o marketing mais rápido, não mais seguro e sólido, pois, com a chegada da IA ​​generativa e pouco explicativa, as indústrias se concentraram na produção de eventos, como:

A – Cópias mais rápidas.

B – Muito mais variantes.

C – E uma grande produção mais barata.

Vamos estabelecer que esse foco é bastante compreensível, pois a produção cronológica é visível e aberta, além do seu Time e sua própria existência é vista como progresso bastante atualizado.

O que é bastante peculiar que nós não abordamos o problema do sequenciamento sistemático.

Vou citar um exemplo:

Vejam, se um briefing estiver incompleto ou uma premissa estratégica empregada for falha, gerar cem versões dele não reduz o risco de sérios problemas, dessa forma, apenas amplia a mesma premissa que já citei várias vezes. Vamos entender nessa regra que sua velocidade aumentou, mas seu risco também é bastante evolutivo.

Sem critérios, reproduza o mesmo erro sistemático em diferentes implementações e cenários, sendo que esse erro se transformará em uma responsabilidade exponencial de difícil controle.

Nesse panorama, o próximo capítulo da IA ​​no marketing atual não pode ser apenas sobre aumentar o volume de seus prognósticos, mas sim sobre reduzir a incerteza absoluta antes que o capital seja investido e possa não causar um prejuízo.

Existe uma fatia de mercado, onde outras indústrias estão em vantagem, ou seja, a transição da tomada de decisões abertas por tentativa e erro contínuo para a tomada de decisões baseada em simulação indiferentes já ocorreu há muito tempo em outros segmentos de mercado. Vejo essa passagem com tanto tempo que agora consideramos natural que as coisas sempre tenham sido feitas dessa forma citadas acima,

Algumas empresas fornecem a tecnologia necessária para criar gêmeos idênticos digitais que modelam fábricas em vários setores e cadeias de suprimentos cronológicos antes mesmo de qualquer investimento em mudanças físicas em suas estruturas. Já algumas indústrias automobilísticas simulam linhas de produção antes de ajustar sequer e onipresente um único padrão de potência.

Com essa minha narrativa, o marketing está começando a seguir um caminho bastante semelhante, mas precisa adotar em sua trajetória a teoria por completo e exata, lógico, em vez de usar a IA simplesmente como é o padrão para gerar ativos, vejo que as organizações estão começando a usá-la para construir e solidificar ambientes de decisões reais.

Vou dar uma dica:

O trajeto do uso de sistemas que combinam sinais humanos contínuos e acelerados, dados em tempo real identificáveis e presenças autônomas nos permite testar ideias antes que elas cheguem ao mercado para evolução de qualquer propósito indicado.

Isso é muito simples, onde antes nos contentávamos ao silêncio em prever o desempenho dessas metas, agora precisamos exigir uma estrutura sólida que nos permita vivenciar as consequências reais de todos os acontecimentos.

Então Sergio, onde a Inteligência vive?

Existe uma recodificação, pois, para os profissionais de marketing em sua abrangência, essa mudança altera o local onde a inteligência reside e quer se estabelecer.

É uma visão bastante promissora, pois a compreensão do consumidor empregada deve ser contínua sempre, e não episódica, ou seja, de vez em quando. É uma plataforma que Isso vai além da previsão inicial e chega a algo inédito em nosso segmento da seguinte forma;

“ Em todos os aspectos vivenciar a resposta do mercado antes mesmo do lançamento da campanha em sua introdução.”.

Sempre de uma maneira pragmática, a percepção torna-se intrínseca ao processo criativo em toda a sua produção, e as ideias realçadas podem ser questionadas sempre, bem como, refinadas (abertas) e testadas sob pressão cronológica antes do investimento em mídia a ser introduzido. É uma forma bastante coerente, pois assim, o relatório estático apresentado que você espera se transforma em um documento realista e vivo com o qual você pode interagir e aprimorar a qualquer momento.

Mas, vejam bem, isso não eliminará a incerteza, mas a conterá de uma certa maneira. Unir a coerência com a velocidade aplacada de aprendizado, introduzir a capacidade de explorar caminhos mais estratégicos e eficazes, manusear e compreender as consequências mais rapidamente e comprometer-se com maior confiança aplicada, torna-se a vantagem competitiva ideal para todos os projetos.

Seguindo esse cronograma, uma categoria definida por tempo real e alocação de capital, essa velocidade se multiplica constantemente.

Vamos entender que a vantagem fica com as organizações que corrigem a sequência de várias formas.

No mercado atual, em comparação com outras funções empresariais definidas, o nosso marketing ainda está em seus primórdios legítimos quando se trata de adotar formalmente a tomada de decisões orientada por simulação para estabelecer qualquer projeto.

Pessoal, é notório para mim que as marcas que se destacarem reconhecerão essa minha narrativa e se apressarão em resolver o problema tão evidenciado. Quero também dizer, que enquanto seus concorrentes se preocupam com quem está automatizando sistematicamente a produção real e criativa mais rapidamente, elas estarão em sua raiz corrigindo a sequência inicial e limitando sistematicamente a responsabilidade, ou seja, priorizando todo o aprendizado antes do investimento de capital para os negócios, reduzindo o risco inicial em vez de analisar o desperdício posterior que aparece de forma parcial.

Enfim, no atual cenário temos as ferramentas adequadas para mudar a forma como o marketing aprende e evolui.

No entanto, a pergunta é:

Com essas diretrizes o segmento as usará para repensar sua sequência de aprendizado introduzido ou continuará celebrando versões mais rápidas do mesmo erro constantemente?

Pense nisso,

Sergio Mansilha

Pesquisar este blog