É o momento de se programar, pois, à medida que as empresas fixam os olhares para o ano de 2026, toda a certeza continua e persegue insuficiente, no entanto, a clareza de intenções nunca foi tão crucial e importante. Ditando esses aspectos, a volatilidade econômica em curso, os modelos dessas tensões geopolíticas, e de uma forma concreta, os rápidos avanços na IA e as crescentes expectativas das partes interessadas estão se moldando e convergindo para remodelar a forma como as organizações operam e atuam, pois, competem e se comunicam o tempo todo.
Pessoal, com tudo isso, para os líderes, o desafio não é mais apenas navegar pela disrupção ativa, mas decidir onde investir se programando, onde proteger e como avançar com confiança e solidez em um ambiente definido por mudanças constantes e voláteis
Vou salientar que em finanças, gestão de talentos, sustentabilidade e marca duradoura, esse ano testará a capacidade das empresas de equilibrar velocidade com discernimento e inovação com humanidade de uma maneira bastante eficaz, pois, a IA promete ganhos sem precedentes em eficiência, personalização objetivas e criatividade permanente, mas também ameaça corroer de uma forma rápida a singularidade que existe o tempo todo e agravar os riscos cibernéticos, principalmente a da segurança do trabalho.
Digo isso, pois, ao mesmo tempo, o escrutínio em torno de ESG, ou seja, ambiental, social e de governança corporativa, com propósito e cultura continua a se intensificar rapidamente, pressionando as organizações a demonstrarem progresso tangível em vez de mera intenção performática para mascarar os seus objetivos.
Com uma certa singularidade e nesta coletânea de perspectivas de líderes de agências e consultorias ativas, emerge um fio condutor bastante claro, ou seja:
Todos os negócios que se destacarão em 2026 serão aqueles que utilizarem a tecnologia formal para amplificar, vejam só, e não substituir a intuição fixa, a criatividade em todos os aspectos e as lideranças humanas cruciais para os projetos. Não é um simbolismo essa narrativa, seja por meio de estratégias de marca mais precisas e sólidas, decisões de portfólio mais inteligentes e ágeis, engajamento significativo dos colaboradores ou até mesmo julgamentos criativos mais ousados que causem determinado impacto,
Digo sempre, a oportunidade reside não em prever o futuro, mas em construir organizações resilientes com solidez o suficiente para moldá-lo em toda a sua trajetória.
Nesse ano, as empresas continuarão a lidar com a volatilidade econômica presente e geopolítica incerta. O que tornará eficaz, será um planejamento financeiro ágil e um planejamento de cenários robusto serão essenciais para mitigar riscos e manter a estabilidade de todos os negócios.
Reparem que o imenso progresso na IA representará, simultaneamente, um enorme desafio e uma grande oportunidade que se apresenta, dessa forma, as empresas precisarão integrar essa tecnologia e, ao mesmo tempo, se defender contra ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas e voláteis.
Paralelamente, a IA oferece às empresas caminhos sem precedentes para a inovação na construção dos objetivos a serem alcançados, desde experiências hiperpersonalizadas no cenário atual, para o cliente até a aceleração da pesquisa e desenvolvimento, passando pela criação de produtos e serviços totalmente novos direcionados ao mercado atual.
Toda essa ascensão tão rápida da IA pode exacerbar outro desafio enfrentado pelas empresas, ou seja, o da diferenciação usual de novos projetos.
Notem que a mesmice está crescendo, a diferenciação está cada vez mais difícil de alcançar e a IA provavelmente tornará esse cenário ainda mais nivelado e sugerido como o principal talento dos negócios.
Quero dizer com isso que as empresas precisam buscar ideias inovadoras e ousadas que as tirem do anonimato para que possam existir.
Enfim, apesar dos desafios que as empresas e instituições enfrentam, estou particularmente estou otimista em relação ao ano de 2026.
Como disse anteriormente, num cenário de volatilidade econômica, rápidas mudanças tecnológicas e intenso escrutínio das partes interessadas, a necessidades emergentes de mensagens de marca claras, autênticas e diferenciadas nunca foi tão grande e desafiadora.
Pessoal, as empresas precisam aproveitar o poder da marca para ajudá-las a superar esses desafios que estão pela frente, assim sendo, quando as coisas estão instáveis, elas precisam do melhor dos dois mundos em suas partes distintas: um parceiro de marca menor e ágil com a amplitude de recursos de uma rede, que é o que somos na prática e execução de todos os projetos inovadores para um crescimento real.
Pense nisso.
Sergio Mansilha
